O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal investigue a possível existência de uma “onda de ataques nos últimos meses contra imagens religiosas” no Brasil.
Na decisão, Dino cita dois casos registrados em Mato Grosso: em Jauru, onde uma imagem de Nossa Senhora Aparecida foi quebrada com um machado dentro de uma capela; e em Cuiabá, onde uma estátua da padroeira do Brasil, instalada na Cruz do Chilão, foi vandalizada.
No caso de Cuiabá, a imagem colocada aos pés do cruzeiro teve a cabeça arrancada na noite da última sexta-feira (25). A Arquidiocese de Cuiabá manifestou repúdio ao ataque e cobrou providências. Além disso, em março, um homem de 47 anos foi preso em Jauru após violar e danificar uma imagem de Nossa Senhora Aparecida em uma capela.
Ao determinar que os casos sejam apurados pela PF, o ministro também menciona ocorrências de vandalismo, incêndio, furto e destruição registradas em outros seis estados: Bahia, Paraná, Pará, Rio Grande do Sul, Alagoas e Minas Gerais.
A decisão de Dino fundamenta a atuação inicial da PF no artigo 144, § 1º, inciso I, da Constituição Federal, considerando a repercussão interestadual dos ilícitos, a necessidade de repressão uniforme e o caráter ostensivo de violação aos direitos humanos. (Com informações do Metrópoles)
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joaquim 30/09/2026
petistas fizeram isso.
Francis 30/09/2026
Quem pratica esses atos são pessoas com deficiência mental, ou perturbadas, que não conhecem nada sobre nenhuma religião. Pode se dizer membro de alguma delas, mas não tem consciência sobre nenhuma.
2 comentários