Previsão do tempo ??°C Cidade

Judiciário Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2021, 09:34 - A | A

Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2021, 09h:34 - A | A

PEDIDO DE EMANUEL

STJ diz que ministério ainda não autorizou BRT e nega segunda liminar a Emanuel

Mikhail Favalessa

O ministro Humberto Martins, do Superior Tribunal de Justiça, negou pedido de reconsideração feito pelo prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) sobre a decisão que havia negado liminar para suspender a troca do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) para o Bus Rapid Transport (BRT). Para o ministro, não há provas de que o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) tenha autorizado a mudança até o momento.

Luiz Alvez/Prefeitura de Cuiabá

Emanuel Pinheiro

O prefeito Emanuel Pinheiro entrou com novo recurso no STJ e deve decisão negativa

“Assim, não obstante a narrativa fática realizada pelo pedido de reconsideração com a prestação de tais informações adicionais, a parte impetrante não logrou êxito em comprovar a prática de ato coator por parte do Ministro do Desenvolvimento Regional, não havendo a demonstração inequívoca de que tal autoridade tenha cometido algum ato administrativo tendente a determinar a autorização comentada para que se inicie procedimento licitatório com a finalidade de mudança da política pública escolhida a respeito do transporte público intermunicipal”, diz a decisão.

Emanuel entrou com o recurso citando que o governador Mauro Mendes (DEM) notificou a prefeitura para que suspenda a renovação da frota de ônibus. O governo diz na notificação que a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) elabora um plano com nova estrutura das linhas de ônibus e padrões de veículos para o transporte intermunicipal em Cuiabá e Várzea Grande tendo em vista o sistema do BRT.

“Não foi trazida, portanto, nenhuma prova de possível autorização ou determinação do Ministro de Desenvolvimento Regional acerca do procedimento licitatório em comento”

Ministro Humberto Martins

O prefeito alega que a notificação demonstra o impacto que a alteração do modal de transporte ocasionará no planejamento e na execução de políticas públicas municipais de mobilidade urbana, “o que justifica, segundo sua argumentação, a prolação de decisão judicial que impeça o prosseguimento do processo administrativo tendente a autorizar a troca do VLT para BRT”.

O recurso também descrevia o projeto enviado por Mauro à Assembleia, e aprovado na semana passada, que autoriza o governo a negociar a troca do VLT pelo BRT no âmbito do empréstimo feito junto à Caixa Econômica Federal.

Humberto Martins afirmou que o mandado de segurança foi proposto contra o ministro do Desenvolvimento Regional. Assim, os atos do Governo do Estado não poderiam ser controlados com a ação movida no STJ.

“Não foi trazida, portanto, nenhuma prova de possível autorização ou determinação do Ministro de Desenvolvimento Regional acerca do procedimento licitatório em comento”, resumiu.

Nota à imprensa:

Em relação à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o prefeito Emanuel Pinheiro destaca que:

- Respeita a decisão judicial, mas entende como imprescindível que seja garantido a Cuiabá o direito de ser de fato ouvida em um processo que impactará diretamente a vida de mais de 600 mil habitantes.

- Como rígido defensor da Capital, continuará buscando todas as medidas necessárias para assegurar a efetiva participação da gestão do Município nas discussões que envolvem a substituição do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) pelo Bus Rapid Transit (BRT).

- Pinheiro destaca que sempre esteve aberto a discutir todos os temas favoráveis à população, fato esse que nunca ocorreu pela falta de convite do Governo do Estado que, até o presente momento, se mostra desinteressado em ouvir a opinião da população cuiabana.

- Reafirma, acima de tudo, que defende que as decisões que envolvam Capital sejam tomadas em conjunto com a população e o gestor Município.

Entre na comunidade do Rdnews no WhatsApp e acompanhe as notícias em tempo real; Acesse

Comente esta notícia

Jedae 11/01/2021

Dona Alice Coophema, mudou novamente? Essa é fake até na alma! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

positivo
0
negativo
1

Jedae 11/01/2021

Fazer idiotas é o que a esquerdalha mais sabe e gosta de fazer, pois se tornam idiotas úteis. São às buchas de canhão da esquerda e quando os idiotas se oferecem para ser mais idiotizados ainda, melhor para esquerda. Basta a esquerda oferecer tudo através da mentira e não cumprir nada, coloca-se o slogan do mula roubo, mas fez e está tudo certo, porém para os acordados e pés no chão sabem que mula roubou e não fez nada!!!!!!!!!!!! Dona Alice Coophema

positivo
0
negativo
0

Gilston 11/01/2021

O prefeito Emanuel Pinheiro precisa trabalhar urgente é no Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) , por que até o momento ainda não autorizado o GOVERNO DE MT a mudança até o momento. É no ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) que a procuradoria do município de cuiabá tem que trabalhar para que não seja autorizado a mudação. Prefeito tem que esquecer o STJ por ora.

positivo
0
negativo
0

Gilston 11/01/2021

Pelo que o ministro ta dizendo é que " o Mauro Mente ainda não recebeu autorização do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) autorizado a mudança até o momento do modal " . Tudo ainda está na estaca zero . é apenas ensaio do governador ou está jogando pra plateia o assunto. é por isso que o ministro do STJ não se manifestou se SIM ou se NÃO .

positivo
0
negativo
0

Zeca Valeiro 11/01/2021

Está explícito: Nem VLT, nem BRT. O Imbróglio judiciário apenas começou.

positivo
1
negativo
0

Dona Alice Coophema 11/01/2021

Tomara que nem BRT tenha. Essa cidade de Cuiabá, de gente sem educação que anda sem máscara transmitindo coronavirus, depreda as coisas, merece só ônibus.

positivo
0
negativo
0

Roger 11/01/2021

Tinha que fazer ciclovia nesse local do VLT e colocar todo mundo pra ir ao trabalho de bicicleta, e transformar os vagões do VLT em trailer de baguncinha e espalhar pelos bairros da cidade. Olha que chique ficaria a cidade.

positivo
0
negativo
0

7 comentários

O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados. Se você se sentir ofendido pelo conteúdo de algum comentário dirigido a sua pessoa, entre em contato conosco pelo e-mail contato@rdnews.com.br