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CONVERSA

Em jantar com Taques, deputados cobram diálogo com os secretários

Alline Marques

Gilberto Leite/Rdnews

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Baiano Filho ressalta que deputados, muitas vezes, não são atendidos por gestores do Executivo

Mais de 15 deputados atenderam convite do governador Pedro Taques (PSDB) e participaram de um jantar com o chefe do Executivo e com membros do secretariado. O "cárdápio" foi bastante variado, tendo passado pela crise econômica, pagamento do RGA, reforma administrativa e também para "aparar" as arestas do relacionamento entre os Poderes.

Esse foi o primeiro encontro ampliado do ano e acontece às vésperas da entrega de projetos tidos como estratégicos - como a reforma administrativa-, além de uma possível greve geral.

Além disso, nos bastidores, a informação é de que Taques entende que é necessário reforçar a articulação política do Executivo.

Durante o encontro, relataram ao governador e ao vice-governador Carlos Fávaro (PSD) que têm dificuldade para falar com alguns membros do secretariado, o que dificulta o debate acerca das demandas das suas bases.

Segundo o deputado Baiano Filho (PSDB), que visitou a sede do Rdnews nesta quarta (25) e foi entrevistado pelo Rdtv, parlamentares também reclamaram da falta de retorno às ligações e até mesmo de não serem avisados sobre a ida de um secretário na base do dos deputados. “É muito chato quando alguém te liga e fala: tá sabendo que o secretário tá aqui, e você não foi avisado”, pondera Baiano.

Em relação ao RGA, segundo o tucano, Taques voltou a detalhar a situação financeira do Estado. O parlamentar, inclusive, faz a defesa do Executivo.

Ressalta que diálogo não foi cortado e que o governo deve apresentar na próxima semana uma contraproposta ao Parlamento e aos servidores. “A Assembleia tem esse papel de intermediar esta relação e não tem dúvida de que todos os deputados têm a compreensão de que o RGA é um direito do servidor, mas, por outro lado, temos a situação do governo. O que precisa é encontrar um jeito para resolver isto e o governo apresentar uma proposta, que seja parcelar em uma, duas, cinco ou dez vezes. E é importante destacar que este diálogo está existindo”, avalia.

Já sobre a derrubada do veto que barrou o RGA dos servidores do Poder Judiciário, Baiano, que pertence à base do governo, já adiantou que não seguirá o entendimento do Executivo, por considerar legítimo que o Tribunal de Justiça utilize seu orçamento da maneira que entende ser melhor.

A bancada foi liberada para votar da forma que achar mais justo, sendo que o próprio líder, Wilson Santos, anunciou que se posicionará pela queda do veto, assinado pelo então governador em exercício Carlos Fávaro.

Apesar das reformas tributárias e administrativas estarem na pauta do jantar, não foram amplamente debatidas. O governador informou que fará uma apresentação detalhada das propostas aos parlamentares assim que forem concluídas. Ainda segundo Baiano, todos os 24 deputados foram convidados.

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Benedito do Taro 26/05/2016

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!! se estão com raiva...! É por que os secretarios não estão dando ouvidos a seus pedidos!! Governador Taques,não entra nessa é fria.Pedidos de dep. é só por empregos a cabos eleitorais. Já chega de faser do estado um imenso KABIDÃO.

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alexandre 25/05/2016

tem diferenças: no INSS vc recolhe no máximo 7 %, não importa se ganha 100 mil ao mês, no FUNPREV são 11 % pra todos,. não temos saldo de FGTS pra dar entrada na casa própria nem seguro desemprego de 6 meses, a qualificação é constante se vc quiser progredir e sai do seu bolso cursos e pós graduação.. o teto no inss é menor vc aposenta com 4,9 mil de acordo com a tabela do INSS quando aumenta o salário minimo, o teto tambem aumenta. é aconselhável fazer aposentadoria complementar, não temos participação nos lucros igual BB e caixa economica...

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Mario Junior 25/05/2016

Sr Carlos não adentre em assunto que não tenha domínio. Peli visto o Sr não entende nada da realidade da Administração Pública do Estado de Mato Grosso e muito menos de Direito Previdenciário. O RGPS - Regime Geral da Previdência Social garante ao segurado o direito a aposentadoria por tempo de serviço sem uma idade como piso, assim como o servidor público. Já a aposentadoria por idade do RGPS contempla aquelas pessoas que contribuiram muito pouco para a Previdência e por isso possui regramento distinto. O servidor de MT na Educação, Saúde e Segurança carrega esse Estado nas costas, pois trabalha com um contigente de pessoal muito aquém do ideal e por isso merece o mínimo de respeito, que se traduz na correção pelo inpc - direito de TODO TRABALHADOR mesmo da iniciativa privada. Detalhe: o salário mínimo sempre tem sido reajustado acima do inpc.

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Mario Junior 25/05/2016

Aproveite bem este mandato Pedro Taques - porque é o último. Não sou funcionário público, mas o governador é DESORGANIZADO e usou de má fé - não previu o RGA na LOA.

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Carlos 25/05/2016

O povo mato-grossense é formado de servidores e não servidores, temos que ter a noção dos gestores quanto ao total da população, sabendo cada como um e outro trata do dinheiro público, se compararmos o atual com o ex. Cada um tem a sua conclusão, agora se pensarmos só no lado pessoal, fica difícil para o coletivo. Citando um exemplo podemos falar da aposentadoria do servidor público e a do inss, o que podemos dizer sobre essa giga diferença.

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CLOVIS 25/05/2016

PELO VISTO A MAIORIA DOS DEPUTADOS SÃO VAQUINHAS DE PRESÉPIO DO GOV. PEDRO TAQUES, BASTA UM ESTALAR DE DEDOS QUE TODOS SAEM CORRENDO COM O RABO ENTRE AS PERNAS PRA LAMBER AS BOTAS DO DONO.

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CLOVIS 25/05/2016

COM CERTEZA TRATARAM SOMENTE ASSUNTOS DE INTERESSES PESSOAIS, O FAMOSO TOMA LÁ DA CÁ, RGA DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO COM CERTEZA NÃO FEZ PARTE DA PAUTA, O VINHO DEVE TER SIDO DOS MELHORES E O CARDÁPIO COM GOSTO REQUINTADO.

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Edu Brito 25/05/2016

Como a tática de dividir para conquistar, tentando inculcar na consciência coletiva que o Estado está em crise quando não está (a arrecadação ultrapassou em 2 bilhões o previsto), para colocar a população contra o servidor não deu certo, o governador apela para outra técnica rasteira- o terrorismo psicológico, afirmando que irá ingressar na Justiça questinando planos de carreira aprovados no mandato Silval Barbosa. Mas isso vai custar caro, começando com seus aliados nessa eleição. Taques O BREVE - governador de um único mandato.

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neto brasileiro 25/05/2016

Como Cidadão e eleitor Mato-grossense, quero parabenizar os deputados que não se curvaram diante desse governo. e dizer que estamos de olho, em 2018 haverá eleições precisamos observar bem na hora de votar, dando um não aquele se curvaram diante do descaso e do desrespeito do governo com o funcionalismo e com o povo de mato Grosso.

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alexandre 25/05/2016

dialogo do governo é: não tenho dinheiro, não vou pagar, mesmo se tivesse dinheiro a lei me proíbe de pagar, toma repasse de 50 milhoes pros Poderes, toma mais isenção fiscal pro agronegócio, deu excesso de arrecadação mais dinheiro pros Poderes, enrolem o Forum, toma mais dinheiro pra pagar inativos do TCE e FAP... vamos privatizar tudo...a greve é legítima o governo está errado, seus argumentos são falhos e não se sustentam, o governo mostra o problema não mostra a e solução, que retorno passeio ao chile trouxe pra Mato Grosso ?

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10 comentários

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