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Em 26 de abril de 2016, 17 pessoas foram presas sob a suspeita de participar
de um esquema conhecido como “comércio da morte”, em Várzea Grande
Dezoito testemunhas de acusação foram inquiridas a prestar depoimento na ação penal que decorre da Operação Mercenários, deflagrada para desarticular organização criminosa suspeita de envolvimento em vários crimes de homicídio por encomenda, ocorridos em Várzea Grande. A audiência de instrução será realizada em competência do Júri, nesta quarta(17), pelo juiz Otávio Viniciu Affi Peixoto, responsável pela 1ª Vara Criminal do Fórum do município.
Em 26 de abril de 2016, 17 pessoas, entre eles seis policiais militares, seis vigilantes, dois mandantes, dois informantes e um gerente de empresa, foram presas sob a suspeita de participar de um esquema conhecido como “comércio da morte”. O grupo, segundo investigação, eliminava alvos mediante pagamento, independente da motivação.
Na época, foi apreendido com os suspeitos um verdadeiro arsenal: cinco revólveres calibre 38, quatro pistolas calibre 380, quatro pistolas 9 milímetros, duas pistolas ponto 40, uma pistola 765, duas espingardas calibres 22 e 12, uma carabina calibre 38 e uma espingarda de pressão. O Ministério Público Estadual argumenta que o caso é extremamente complexo por tratar-se de grupo de extermínio, composto por policias militares.
Até o momento, seis denúncias relacionadas à operação foram recebidas e aceitas pelo juiz Otávio Vinicius Affi Peixoto, abrangendo 10 vítimas, sendo nove homicídios e uma tentativa, e 16 denunciados, a maioria deles cumprindo prisão preventiva. Mais de 50 testemunhas de acusação já foram arroladas para prestar depoimento. (Com Assessoria)
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eduardo 14/11/2016
Aí não,,,espingarda de pressão não,,,,enquadra todos por porte e posse ilegal de armas e associação para grupo de extermínio,com paga promessa ou não....serão presos por portar espingarda de pressão,,,kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk,,,hilário isso sacaneio mas não perco a piada
1 comentários