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Polícia Quarta-feira, 21 de Agosto de 2019, 07:30 - A | A

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Gaeco tem ordem para prender 4 oficiais da PM; um deles é Paccola - veja nomes

Atualizada às 9h40

Bárbara Sá

 
Marcos Paccola tenente-coronel bope

Um dos alvos é o tenente-coronel Marcos Eduardo Paccola, atirador de elite do Bope

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), que é a polícia do Ministério Público, deflagrou, na manhã desta quarta (21), uma operação com o objetivo de cumprir quatro mandados de prisão contra oficiais da Polícia Militar, em Cuiabá.

Os alvos da operação são investigados por um esquema de adulteração de numeração de armamentos na Superintendência de Apoio Logístico e Patrimônio (Salp) dentro do Comando Geral da PM.

Um deles é o tenente-coronel Marcos Eduardo Paccola, ex-Bope. No momento, ele estava atuando na administração justamente do Comando Geral.

tenente cleber

Tenente Ferrreira responde por 2 homicídios

Outro é o tenente Cleber de Souza Ferreira, do 3º Batalhão da PM, que já está preso, acusado de participar de um esquema que facilitou a entrada de 80 celulares na PCE. Ele também é envolvido na Operação Mercenários.

O Gaeco já havia acusado o tenente Ferreira de dois crimes de homicídio, abuso de autoridade e crimes militares não especificados na Folha de Antecedentes. Estes dois dois homicídios é que se referem a desdobramentos da Operação Mercenários, através da qual se descobriu e prendeu diversos policiais envolvidos em execuções mediante pagamento, nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

Também foram alvos os tenentes Thiago Satiro Albino e Sada Ribeiro Parreira.

Nota da PM

 

Para dar uma resposta pública à operação, a PM emitiu nota nesta manhã. Veja a íntegra.

O Comando Geral da Polícia Militar informa que determinou que oficiais da Corregedoria acompanhem e atendam os agentes públicos em todas as solicitações e necessidades no sentido de apurar e esclarecer as denúncias.

Informa ainda que no âmbito militar a Corregedoria está apurando a denúncia de envolvimento de policiais militares no caso desde as primeiras medidas judiciais adotadas e que instaurou dois procedimentos investigatórios, sendo um Inquérito Polícia Militar(IPM) e uma sindicância, ambos estão em tramitação.

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Penso logo digo 23/08/2019

Vamos fazer uma investigação dentro da Polícia Civil tb???? Pq la tem muita sujeira...

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Junior 21/08/2019

Kkkkk o MPE está zangado por causa dos promotores podre que existem lá dentro e quer descontar a raiva na PM. Kkkkk ninho de cobra

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Erin Reichmond REDWAILD 21/08/2019

Não existe esse Oficial Alessandro PARREIRA de Jesus, existe SADAH RIBEIRO PARREIRA E OU ALESSANDRO PEREIRA DE JESUS, É BOM VCS SE INTEIRAREM.

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3 comentários

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