Reprodução
Ana Cláudia Flor foi presa nesta quinta (19) suspeita de ser a mandante da morte do marido
Mãe do empresário Toni da Silva Flor, de 38 anos, Leonice da Silva Flor, de 68, afirmou que já desconfiava que a representante comercial Ana Cláudia Flor fosse a mandante do assassinato de seu filho, em agosto de 2020. Ela concedeu entrevista nesta quinta (19), em frente da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
“Eu já desconfiava que ela pudesse ter participação, mas não quero falar sobre isso não. Eu não estou muito boa, minha pressão está alta”, informou aos repórteres, na ocasião, conforme vídeo disponibilizado pelo site Hipernotícias.
Viúva de Toni, Ana Cláudia foi apontada pela Polícia Civil como a mandante do crime. Ela teria prometido R$ 60 mil aos executores, mas pagou apenas R$ 20 mil. De acordo com as investigações, motivo seria ou para herdar parte do patrimônio do marido ou para que ele não descobrisse sua extensa lista de amantes.
Com a prisão da representante comercial, Leonice quer lutar pela guarda das 3 netas. Isto porque, de acordo com ela, Ana Cláudia planeja levar as filhas embora, caso seja solta pela Justiça.
“As crianças estão lá na casa dela. Ela mandou a advogada ir lá buscar os documentos das crianças. E para onde ela vai levar essas crianças? Eu quero a guarda. Se ela ficar presa, a mãe dela responde por processo porque esfaqueou o marido, tem histórico pesado na família. E se ela for solta, ela cai fora daqui”, disse.
O caso
Toni foi executado no dia 11 de agosto de 2020, quando estava sentado no meio fio em frente a uma academia, em Cuiabá. Igor Spinosa, seu executor, confessou que chegou próximo ao empresário, gritou “perdeu” e efetuou 5 disparos.
Homem foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), mas não resistiu e morreu. Hipótese de que ele tenha sido confundido com um policial federal foi descartada logo no início das investigações. Suspeita foi levantada pelo próprio empresário que, ferido, não entendeu o motivo de sua execução.
Entre na comunidade do Rdnews no WhatsApp e acompanhe as notícias em tempo real; Acesse







demian 22/08/2021
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Thiago 22/08/2021
Não le direito burro
Fernando 21/08/2021
Não existe lista extensa de bens, o que existe é 50% da empresa de representação da qual a Ana já era sócio, os dois imóveis que foram arrolados no inventário foram vendidos pelo casal, um em 2017 e outro em abril de 2019, portanto 1 ano e meio antes da morte do Toni, outro questionamento que deve ser rechaçado é sobre a declaração do delegado sobre a questão relacionada a velocidade em que foi dado entrada ao inventário, pois qualquer bacharel em direito, assim como delegado sabe que o prazo máximo para entrada de um invetário sem que haja multa sobre o ITCD é de 60 dias aós a morte, caso contrário á uma cobrança de multa de 10% sobre o imposto, e caso o prazo ultrapasse os 180 dias a multa sob para 20% do valor do ITCD, o homícidio aconteceu em agosto e o inventário foi protocolado em outubro, a meu ver como advogado não existe nada de estranho nesse fato específico, deixando claro que não entrei no mérito do homicídio, pois não conheço os autos, nem tão pouco conheço o inquérito policial que apura o caso.
3 comentários