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SANTUÁRIO DOS ELEFANTES, DO SONHO À REALIDADE Sexta-feira, 17 de Agosto de 2018, 08:11 - A | A

Sexta-feira, 17 de Agosto de 2018, 08h:11 - A | A

RESPEITO À VIDA

Cães, antas, veados, galinhas e cavalo são acolhidos, amados e têm nomes - conheça

Keka Werneck
Enviada especial ao Santuário dos Elefantes

Além de Maia e Guida, no Santuário dos Elefantes, na Chapada dos Guimarães, a vida de todos os animais têm valor e é extremamente respeitada, de igual para igual à dos humanos.

Galeria: Outros animais abrigados no santuário

GSE

Scott e Molie

Scott e a cadela Molie, que adotou. Ela foi abandonada pelo antigo dono

Feridos, agredidos, doentes, abandonados, os animais chegam em condições precárias. Muitos deles são encaminhados por órgãos ambientais ou de proteção animal.  Acolhidos e tratados, alguns morrem, mas outros resistem e se juntam às gigantes Maia e Guida. Na rotina sossegada,  ficam circulando na reserva, aproveitando daquela natureza bonita e da paz do lugar, tiram sonecas, interagem.

São seis cachorros no santuário. Goomba, por exemplo, é macho, e Maggie, fêmea.  Vieram dos EUA e este já é o segundo santuário em que moram, além de um no Tennessee. Foram trazidos pelo responsável pela reserva Scott Blais e a mulher dele, a técnica veterinária Kat Blais, que têm mais de 20 anos de experiência em resgate e reabilitação de animais selvagens - seis deles só com elefantes. Ela atua na causa divulgando o projeto pela internet, mundo a fora, e fazendo campanhas para ampliar as doações solidárias.

Outras duas cadelas que circulam entre as elefantas são Molly e Minnie.  Moravam na fazenda do santuário com o caseiro do antigo dono e foram deixadas lá quando ele se mudou. “Eram ariscas, quase não tinham contato com gente. Scott e Kat adotaram as duas e hoje elas dormem dentro de casa toda noite e, de dia, são guardiãs ferozes da Maia e da Guida”, conta a assistente administrativo do santuário, Cassia Motta.

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Cadela Minnie

Cadela Minnie e galinha Lilly dividem cama tirando uma soneca

Bugsy é macho. Era um filhote abandonado na estrada perto da fazenda do santuário, quando resgatado. Em péssimas condições, foi adotado, tratado e hoje é um fiel companheiro de todos no local.

Os cães são vira-latas, castrados e vacinados.

Para lá e para cá, vivem no santuário também os gatos Saffron, que é fêmea, e Bodhi, macho. Foram deixados na porta da casa do Scott e da Kat em Guarantã do Norte, quando ainda estavam morando lá, procurando fazenda para comprar. O Santuário, a princípio, seria instalado em Guarantã.

O cavalo Frederick já é idoso. Foi deixado no santuário pelo antigo dono. Scott e Kat o adotaram, trataram e não aceitam que seja mais utilizado para puxar carga. “Hello, friend”, diz Scott, ao passar por ele, se referindo ao amigo. Ali, cavalo não é meio de transporte. Os funcionários andam pela fazenda a pé, de carro ou de quadriciclo, mas não montados nele.

Só de antas, quatro já foram reabilitadas no santuário e soltas de volta na natureza. Porém uma delas, chamada Alma, por causa dos problemas de visão e neurológicos, nunca poderá ser reintroduzida como os outros. O nome dela foi escolhido através de campanha pelo site do santuário. Ela sofreu agressões, daí os problemas de saúde.

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Veado

Último a chegar na reserva é veado filhote. Nome dele ainda não foi escolhido. Deve ser lançada campanha para isso

Enquanto Guida e Maia comem feno, perto das grades transita o galo cego Bibi. Também foi deixado na fazenda pelo antigo dono, assim como as demais aves. Meses depois, o dono voltou para buscá-lo mas já era tarde demais. Scott e Kat já tinham se afeiçoado a todos eles e não gostaram nenhum pouco da ideia de entregá-los para que virassem comida. Por um preço amigável, fizeram negócio e os animais ficaram.

As galinhas, como Lilly e Giba, são chamadas por Kat como se fossem animais domésticos. Entram na casa do casal, sobem no colo, como os demais bichos, têm nome, parecem muito à vontade.

O último a chegar na reserva é um veado filhote. A mãe dele foi atropelada e ele estava sendo criado por um casal em uma chácara próxima à Salgadeira. "Um dos nossos voluntários visitou a chácara e percebendo que o casal precisava de ajuda para oferecer melhores condições ao animal, entrou em contato com o santuário", explica Cassia. "Fizemos o resgate dele, comunicamos à Sema (Secretaria de Estado de Meio Ambiente) e hoje ele está sendo reabilitado pelos veterinários da reserva para, em breve, ser reintroduzido na natureza".

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Iza do amaral marques meu telefone 12 99 17/01/2019

Holla meu nome e iza marques eu gostaria de saber se vcs podem me ajudar a salvar a vida de algumas galinhas que eu acolhi na minha casa porque querem come las eu estou fazendo de tudo para protege las mais sou pobre e nao sei por quanto tempo vou conseguir proteger essas galinhas por favor me ajude se vcs quizerem eu vou trabalhar ai para ajudar a cuidar delas beijos

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1 comentários

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