Wilson troca comando de 12 secretarias
Em fevereiro, Wilson Santos empossou o engenheiro civil Arquimedes Pereira Lima (PV) na secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano. Ele substitui Osmário Daltro, que passou a conduzir a pasta do Trabalho, Desenvolvimento Econômico e Turismo no lugar de Moisés Dias. Este, por sua vez, passou a exercer a função de adjunto de Governo e, depois, foi para o primeiro escalão.
Em março, foi a vez do advogado João Emanuel Moreira Lima ser nomeado para a Agência Municipal de Habitação Popular, no lugar de João Vieira, que passou a comandar as obras do PAC em Cuiabá e, depois, se desligou da administração tucana. Na coordenadoria das obras do PAC, o prefeito iniciou com João Vieira e, depois, nomeou para a vaga o ex-presidente do Intermat Aparecido Alves, o Cido.
Agripino Bonilha assumiu a secretaria extraordinária para Assuntos da Copa de Cuiabá e, com sua saída para integrar a diretoria da Agecopa, a cadeira ficou com Pedro Shinohara, ex-secretário municipal de Esportes. Na Comunicação, o jornalista Maurélio Menezes pediu exoneração. Para a vaga foi nomeado o também jornalista Flávio Garcia. Já na Saúde, o secretário Luiz Soares enfrentou a ira dos médicos e, já no final do ano, pediu exoneração. Ele tentou voltar, mas as negociações não deram certo. O médico Maurélio Ribeiro assumiu a Saúde.
Considerado até então um dos “intocáveis” da gestão Wilson Santos, o procurador-geral de Cuiabá José Antônio Rosa "caiu", após ser preso na Operação Pacenas sob acusação de envolvimento em fraudes nas licitações das obras do PAC. No seu lugar o prefeito nomeou o ex-presidente da OAB e presidente municipal do PSDB Ussiel Tavares. Outro “intocável” que deixou o primeiro escalão em 2009 foi o secretário de Cultura Mário Olímpio (PV). Ele se tornou um dos assessores diretos do prefeito, enquanto a Cultura está sob o vereador licenciado Adevair Cabral. Osmário Daltro deixou o Meio Ambiente para gerir o Desenvolvimento Econômico e Turismo. A pasta era ocupada por Moisés Dias. Por fim, Celcita Pinheiro pediu exoneração do comando da área social. Está aguardando o prefeito chegar de licença de 15 dias para deixar a pasta de vez.