Reforma administrativa de Taques vai para Assembleia só após as eleições
Marcos Lopes/AL
Assembleia está tendo dificuldade de quórum para sessões 1 dia da semana
O governador Pedro Taques (PSDB) afirma que a segunda reforma administrativa será feita apenas depois da eleição, que se encerra em 2 de outubro. Isso porque, a Assembleia está desmobilizada por causa dos deputados, que estão voltados para a eleição em suas bases eleitorais ou serão candidatos.
“Reforma administrativa será feita após eleições, o que pode ser feito por decreto será feita por decreto”, pontua o tucano após a inauguração do Memorial Rondon, em Mimoso.
A principal mudança, anunciada pelo governo é a criação do novo Gabinete de Articulação Política e Comunicação, que terá Paulo Taques à frente. Com a mudança, o atual chefe do Gabinete de Comunicação (Gcom), jornalista Jean Campos, deverá assumir o escritório de representação do Estado, em Brasília.
Alguns Fundos e Autarquias também deverão ser extintos. Essa é uma das defesas dos chefes dos Poderes Constituídos - Ministério Público, Tribunal de Justiça, Assembleia e Tribunal de Contas.
A segunda etapa da reforma teve início em julho, quando foi decidido que gabinetes, que têm status de secretaria, seriam extintos. Os gabinetes de Assuntos Estratégicos e de Desenvolvimento Regional entram na lista.
A intenção do governo é apresentar o projeto de lei que trata da reforma, primeiramente, aos parlamentares da base aliada. Na ocasião, os deputados deverão sugerir alterações e adequações da mensagem.
Governo vai ouvir base para finalizar projeto da segunda etapa da reforma
Não é a primeira vez que o encaminhamento da segunda reforma para a Assembleia é postergado. A exemplo de quando ocorreu o imbróglio da negociação Revisão Geral Anual (RGA) entre servidores e governo. A discussão tomou conta da pauta dos parlamentares e se estendeu até o recesso parlamentar.
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