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BRASÍLIA Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012, 20:13 - A | A

Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012, 20h:13 - A | A

Governo federal

PR define até março se volta à base; vai depender do governo, diz Maggi

Senador Blairo Maggi, líder do PR no Senado     O PR deve definir até 15 de março se voltará a fazer parte da base aliada da presidente Dilma Rousseff (PT) ou não. O prazo limite foi estabelecido nesta quarta (14), após uma reunião entre os líderes do partido no Senado, o ex-governador Blairo Maggi, e na Câmara Federal, o deputado Lincoln Portela. "Estamos dispostos a volta à base do governo, de onde, na verdade, nunca saímos. Mas queremos saber que posição podemos assumir. A bola agora está com o governo", disse o senador.

     Conforme Maggi, a definição deve ser anunciada num encontro com Dilma e o presidente do partido, o ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento. A audiência está sendo intermediada pela ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Apesar de participar das negociações, o senador ressalta que a maior "ansiedade" por uma definição parte da Câmara e não do Senado.

     O rompimento do PR com a base do governo Dilma ocorreu em meados de junho do ano passado, quando um escândalo acerca de susposto superfaturamento em obras no setor de infraestrutura rodoviária resultou na exoneração de Nacimento, do Ministério dos Transportes, e de Luiz Antônio Pagot, do Dnit. À época, Maggi, padrinho político de Pagot, foi um dos republicanos que defenderam que o partido deveria adotar uma postura mais independente.

     O próprio senador reconheceu, no entando, que a iniciativa de se afastar das decisões do governo não surtiu tanto efeito quanto o esperado. "Com raras excessões, o partido tem acompanhado o governo em todas as votações depois que saiu do ministério", afirmou.

     Agora o partido já estuda a possibilidade de retornar à base de Dilma e até de reassumir o posto que perdeu. Segundo Maggi, representantes do partido na Câmara já têm indicações de nomes para o cargo. O ex-governador pondera, no entanto, que o Senado não deve interferir na discussão. "Primeiro tem que se definir qual o espaço o governo está disposto a nos dar. Depois vem a escolha dos nomes. Mas, como eu disse, a inquietação é muito maior na Câmara do que no Senado", ressaltou.

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kalixto guimaraes 15/02/2012

O senador Blairo MaggI, não percebeu ainda que; após o vergonhoso pé no traseiro dado pela presidente Dilma, em seu parceiro e afilhado político, Luiz Pagot, mais as denúncias sobre a corrupção avassaladora que aconteceu no seu governo e trambiques antigos de seus progenitores, revelados em arquivos secretos da PF, que a Presidente Dilma e muito menos o PT, não mais interessa em tê-lo como aliado.

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Pedro Paulo 14/02/2012

Blairo ta se achando. O Partidinho dele não vale nada na esfera federal... dono de escândalos, desvios, falcaturas de toda ordem lá em Brasilia e aqui em Mato Grosso, só que tem uma diferença: aqui tá tudo dominado - devidamente abafado, blindado, aos poucos rachando a casa, mas escorando. Enquanto em Brasilia a coisa não fica escondida na gestão Dilma. Uma sugestão Blairo, bota a viola no saco e vai plantar soja, de politica você já mostrou que não sabe nada, politicagem e "cositas" pouco republicanas é contigo mesmo, mas isso só vale onde seu dim-dim pode comprar. Pior de tudo isso é que os seus suplentes, ave Maria.

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marcos 14/02/2012

ta com demais sem o pr no governo, dilma não é igual lula ainda bem......

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3 comentários

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