ENTREVISTA ESPECIAL

Quinta-Feira, 22 de Março de 2018, 09h:35 | Atualizado: 22/03/2018, 09h:46

Mora em VG

Do lendário Originais do Samba, Vini fala sobre fama, boemia e carreira de 51 anos

Vini ainda se apresenta em MT e também tocou nos programas do Bolinha, Chacrinha e do Silvio Santos

(mirella@rdnews.com.br)

Gilberto Leite

Vini Batera

Vini tocou com Originais do Samba, Reginaldo Rossi, Sérgio Reis, Milionário e José Rico, Jair Rodrigues e Gretchen

Vinicius Elson dos Santos, conhecido como Vina ou Vini Batera, é um baterista autodidata, paulistano, que vive em Mato Grosso há pelo menos três décadas. Vini recebeu a equipe do em sua casa e, para felicidade da reportagem, tem a carreira de 51 anos toda documentada em álbuns, folhetos de shows, cartas e recortes de jornais da década de 70, 80 e 90. Nestes registros, mostrou à nossa equipe que tocou com renomados músicos nacionais e internacionais pelo Brasil e outras partes da América Latina. Desenvolveu sua própria metodologia para tocar salsa e samba apenas em um instrumento, sem o apoio de outros de percussão, como é comum para os ritmos. Entre os grupos e artistas que sua memória recorda, aos 63 anos de idade, ressaltou os Originais do Samba, Reginaldo Rossi, Sérgio Reis, Milionário e José Rico, Jair Rodrigues, Nina Katrina e Gretchen. Nos dias de hoje, vive em Várzea Grande e ainda trabalha com músicos mato-grossenses. Ele revela o porquê ainda não se aposentou como baterista e servidor da segurança pública. Nos últimos dias, teve problemas de saúde agravados pelo esforço repetitivo de tocar bateria e, com prós e contras, se considera “enamorado” de Mato Grosso. Ele não se arrepende da vida cheia de música, amores e aventuras que teve. E se emocionou ao contar detalhes da sua história e fatos curiosos de fases em que passou no meio século dedicado à música. Veja os principais trechos da entrevista.

Quando e como começou sua história com a música?

Eu improvisava meus batuques com tampas de panela, latas de lixo e cabos de vassoura

Me apaixonei pela bateria quando ainda era muito criança, mas, naquela época, eu não tinha dinheiro para comprar uma. Então, eu improvisava meus batuques com tampas de panela, latas de lixo e cabos de vassoura. Saía de noite para catar às latas da vizinhança e improvisar uma bateria. Pensava assim, aquela latona lá é legal, dá pra fazer o bumbo da bateria. Batia prego nela, fazia o cabo de vassoura de baqueta ou microfone, pegava as tampas de panela da minha mãe e tentava reproduzir os sons. Não tive aulas de bateria. Para aprender, eu assistia TV, em preto e branco, ficava observando bem de perto como os bateristas faziam os movimentos e, depois, depois corria pra repetir nas minhas latas. Quando eu tinha uns 12 anos, um amigo chamado Cleiton, vendo a minha vontade de ser músico, me chamou para participar de um circo. Pedi para minha mãe e ela disse “melhor ir para o circo do que ficar furtando latas de lixo de noite”, eu fui e comecei a cantar. Algum tempinho depois, comecei a tocar bateria e fui evoluindo sozinho. Lá acompanhei muitos artistas. No final da década de 60 era moda os artistas cantarem em circos. Fui conhecendo gente, outros músicos e aprendi com isso.

Você é autodidata? 

Gilberto Leite

Vini Batera

Vini exibe quadro com foto que o mostra ainda na mocidade junto com sua paixão: a bateria

Após o tempo que passei no circo, no início da década de 70, eu já estava nas boates de São Paulo e isso foi a maior escola de música que eu já tive. Naquela época, menores não poderiam andar na rua após as 22h. Então, eu deixava barba e cabelão crescer para tocar na noite. Eu era novo e me descabelava para estudar. Da minha maneira, eu conseguia aprender. Conheci, em uma dessas noites, o Rubinho Barsotti, baterista da Elis Regina, que me convidou a um teatro que se chamava Gazeta. Lá poderia ir para vê-los ensaiar. Rubinho me perguntou se eu não queria aprender umas técnicas, eu não sabia quem ele era, fui até os ensaios e ele me passou muitas coisas. Desenvolvi tremendamente.

Quando você começou a tocar profissionalmente e com músicos renomados? 

Alguns anos depois, fui convidado para trabalhar no Clube do Bolinha, na Rede Bandeirantes.  Nesse programa existia a Caravana do Bolinha, com muitos músicos, bandas e bailarinas. No programa, todos os artistas que iriam cantar, eu tocava junto. Além do Bolinha, toquei no Programa do Chacrinha e no do Silvio Santos. Naquela época, não era como hoje. Os bateristas nem apareciam na TV, ficavam atrás do palco e se importavam mais com o dinheiro. No programa do Bolinha viajávamos para muitas partes do país e, algumas vezes, os produtores reclamavam de eu estar me envolvendo com algumas bailarinas. Me disseram: “cuidado, você está aqui para trabalhar e tocar bateria, não para dormir com as bailarinas”. Mas, elas batiam na porta do meu quarto e, quando eu abria a porta, elas tiravam o hobby sem vestir nada por baixo. Não conseguia dizer não. Foram muitas vezes, acabei sendo mandado embora por isso.

Quando teve contato com os Originais do Samba?

Eu gastei muito em mulheres e carro

Depois da temporada com o Bolinha, voltei a tocar em bailes. Eu era roqueiro e, naquela época, todas as bandas de baile tinham que tocar rock. Tocando em um desses bailes, em meados de 1974, fui tocar em um com uma banda chamada Musical Cinco. Foi lá que os integrantes do Originais do Samba me viram, pois naquele dia teria um show deles em Pinheiros (SP). Naquela época, Os Originais do Samba ainda tinham um batera chamado Paulo e, enquanto eu estava tocando, vi que o Mussum e o pessoal da banda não paravam de olhar pra mim. Eu sabia que era pra mim porque eles ficavam apontando pra minha direção e fazendo sinais com a mão. Quando o show terminou, fui para o camarim e o Zeca da Cuica falou: “a gente quer falar com você depois, pode ser?”. E eu disse que sim. Após tocarem, o empresário deles me perguntou: “você tem intenção de tocar com os Originais do Samba?”. Eu aceitei e ele me passou o endereço de onde seria feita uma seleção. Quando cheguei lá, tinha um batera fazendo um teste. Ele passou tantas vezes a mesma coisa que fiquei em pé olhando e decorei. Quando me mandaram sentar, na primeira tentativa, eu fiz o que queriam. Ficaram empolgados e disseram “é você” e o Mussum disse “fica com a gente”, sem a menor ideia do que aquilo se tornaria para mim, aceitei.

Ganhava muito dinheiro? Como era a vida de músico no auge de um grupo como os Originais do Samba?

Ganhei muito dinheiro nesta época. Ganhávamos por semana, por mês e mais uma quirela depois do show. Tinha dia que o empresário chegava e falava “você não vai buscar seu dinheiro? Não vou ficar segurando grana”. E eu nem sabia que ainda tinha para receber eram muitas viagens. Naquela época não tinha esse negócio de depositar na conta, minha mãe sabia disso e chegava no empresário e pegava um pouco, chegou a comprar um casarão perto do Brás com um pouco do dinheiro e eu nem me dei conta. Quando recebia o restante, ainda achava muito. Pra você ter ideia, o grupo Originais do Samba tinha um estacionamento no aeroporto de Congonhas e lá eram guardados dez carros, um para cada músico. Usávamos a cada três meses que voltávamos das viagens. Eu gastei muito em mulheres e carro.

Tem alguma aventura que você se lembra que pode nos contar?

Gilberto Leite

Vini Batera

Vini Batera guarda recordações da sua carreira. São 51 anos de estrada em vários Estados

Entre as aventuras que tive nessa época, há uma de quando voltávamos da viagem e tínhamos um período de folga de uma semana. Desta vez, tínhamos chego de Recife, pegamos o carro no aeroporto e alguns foram para casa, chácara do grupo ou boate. Fui para uma boate, uma que tinha muitas mulheres bonitas, colegas conhecidos e bebidas. Lá, cheguei a ser abordado por um conhecido e, sabendo que eu era apaixonado por carros, ele disse que era pra eu dar uma olhada em um Landau que estava lá fora. Disse que já tinha um carro Ford Galaxie (que era presente do Mussum) e não tinha interesse. Continuei bebendo, fiquei com uma moça e, mais tarde, voltei a falar com esse cara. Eu, após os show’s, como não tinha conta bancária, andava com uma pasta cheia de dinheiro, o que era comum para aquela época. Então, em algum momento, eu desci com ele para ver o carro, dei uma volta e decidi comprar. Assinei os documentos e tudo. Após isso, voltei para boate, bebi e fiquei com outra moça. Passado estes momentos, indo para casa, um colega taxista me disse: “Vini cadê seu carro?”, fiquei sem entender. “Esse Mussum ta te deixando doido, cara”. Então me lembrou que eu havia comprado um carro na boate, foi comigo até em casa, deixamos o meu Ford Galaxie e voltamos para buscar o Landau que eu havia comprado. No outro dia, minha mãe me acordou chacoalhando ao questionar o que aquele outro carro estava fazendo ali e que eu só ficaria com os dois carros se conseguisse dirigí-los ao mesmo tempo. Não deu outra, fui para mais uma temporada de show e quando voltei o carro novo não estava mais lá.

O grupo Originais do Samba acabou, como tudo aconteceu e o que você fez depois disso?

O Mussum foi trabalhar com Os Trapalhões e, aos poucos, foi ficando sem tempo para fazer as duas coisas, cumprir as duas agendas e, com isso, o Originais do Samba, pouco tempo depois, acabou. Depois, voltei a tocar com bandas, fui para Presidente Prudente e conheci Mato Grosso. Tem 34 anos que estou aqui. Entre 1983 e 1984 eu toquei algumas vezes e nos shows tinha gente que me reconhecia, subia no palco para pegar minha camisa. Tinha que levar duas camisas para os shows. Três dos meus 17 filhos nasceram em Mato Grosso. Considerando que fui casado na igreja uma vez, mas cheguei a morar junto com cinco mulheres.

Em Mato Grosso, o que mais te atraiu? Por que quis ficar por aqui?

Quando me mudei para Mato Grosso, aconteceu um caso engraçado. Naquela época era difícil fotografia, eu tinha ganhado um quadro tocando em um destes palcos que eu gostava muito. Uma das moças, que tive um relacionamento, me furtou este quadro quando terminamos. Lamentei com outra moça que estava comigo na hora e ela disse que iria recuperar o quadro. Conseguiu recuperar e, enquanto eu estava trabalhando, me ligou: “o quadro está comigo agora”. Falei que no final da tarde iria buscar. No fim do dia, quando cheguei em sua casa, ela não estava mais lá. Tinha feito as malas para ir embora da cidade e levava meu quadro junto. Fui atrás dela na Rodoviária de Cuiabá, com uma viatura, e parei o ônibus. Peguei o quadro de volta, ela chorou para deixar com ela, mas aquilo era uma regalia e eu gosto de guardar minhas coisas, foi um apuro.

O que você mais gosta de tocar e, sendo autodidata, como desenvolveu seu próprio estilo?

Gilberto Leite

Vini Batera

Registro feito em 1977 de turnê do Originais do Samba, que tinha Mussum como líder

O que eu mais toco agora é o samba e a música latina, pop rock, mas a música latina é a minha paixão. Eu fiquei um ano morando em Santa Cruz de La Sierra e lá eu desenvolvi bem o fato de tocar sozinho a salsa, o merengue, o mambo ou o cha cha cha. Ritmos tocados normalmente com vários instrumentos de percussão e, quando eu vivia lá, me encantei com uma banda que se chama Salsa Jazz e comecei a tentar levar todos aqueles batuques para a bateria. Pensei, tenho que arrumar um jeito de tocar sozinho isso. Comecei a estudar formas de me assemelhar sonoramente instrumentos como conga, cobel e outros só na bateria. Nessa época, eu morava em um restaurante que tinha uns pequenos apartamentos e, quando os outros dormiam, eu escrevia partituras (que aprendi enquanto estava nos Originais do Samba) e estudava baixinho. Até que consegui desenvolver isso. Deu certo. Ninguém, até então, do nosso grupo, sabia tocar salsa e o público, durante os show, dizia “brasileiro não toca salsa?”. Foi então que, em uma noite dessas, disse ao baixista para tocar a música Asa Branca, mas em salsa. Ele, assustado, me perguntou como. Disse para inverter o baixo e me acompanhar. Desde então, todo baião e xote tocávamos assim, ficamos conhecidos por tocar a “salsa brasileira”. O mesmo eu fiz com o samba no Brasil, especificamente aqui em Mato Grosso. Desenvolvi uma técnica que uso o tamborim, o bumbo, a caixa e o chimbal, juntos, de uma única vez. Em São Paulo, no samba, eu sempre tinha ao menos um surdo na percussão e, aqui, comecei a fazer junto com cantores apenas em voz e violão, mas eu sentia que ficava muito vazio. Dessa forma, comecei a inventar a modalidade que se assemelhasse ao tamborim e ao surdo. Os cantores começaram a dizer: “cara, parece que tem um monte de gente tocando”. E pensei, se estão dizendo isso, então é porque está dando certo.

Após todos estes anos trabalhando, você não se sente cansado?

Em 2006 eu operei a mão porque desenvolvi a síndrome do Túnel do Carpo. Depois da cirurgia, em 2014, a mão direita começou a ficar ruim e a esquerda piorou - tinha que operar o punho e o dedo - e os custos ficaram altos para operar. Eu não tinha condições financeiras para fazer isso. Fui para São Paulo e, quando cheguei lá, o médico disse: “você de novo? Agora, além da mão direita, a esquerda está ruim. Tocar em excesso é o problema”. Eu trabalhei vinte anos na Polícia Civil daqui, além da música, mas não consegui me aposentar ainda. Então, para me manter, precisava tocar com dor e tudo, aos poucos, começou a cair baqueta da mão. Operei novamente a mão esquerda e o médico disse que não operaria as duas mãos porque sabia que eu precisava trabalhar. De uns dias para cá a dor piorou muito e eu já não consegui fazer carnaval em 2018. Meu médico de Cuiabá pediu para eu preparar a papelada e, na última vez, a cirurgia ficou orçada em R$ 6 mil. Eu sempre soube que estava na hora de parar, tenho 63 anos, mas não queria parar assim, forçado. O nervo, se atrofiar, é irreversível.

Por que ainda não se aposentou como servidor público?

Eu fiquei na Polícia Civil aqui 20 anos e, em uma época, aconteceu um fato de urgência em São Paulo, quando a minha mãe ainda era viva. Uma sobrinha foi morta a tiros, minha mãe internada em um hospital com problemas de saúde e minha irmã com epilepsia em outro hospital. Na época, eu pedi para a secretaria de Segurança Pública para me liberar para ir até lá. Era época de final de ano e eu, dentro da polícia aqui nunca existiu nada que me desabonasse, sempre fui assíduo. Então, fui à Casa Especial e não houve meio de me liberarem, como eu tinha férias vencidas, licença prêmio que tinha direito, continuei insistindo. Fui até o gabinete do governador da época e pedi liberação, passaram para outras pessoas, e de volta à secretaria de Segurança me disseram que eu poderia ir para São Paulo. Perguntei se não precisaria publicar no Diário Oficial e me alegaram que eu teria direito a afastamento sem remuneração, mas que os mantivessem informados. Fui para São Paulo, voltei meses depois e, quando cheguei, tinha um processo de abandono de emprego. Desde 1998 eu estou com um processo montado e dois advogados, ainda sem resultado, não me aposentaram. Até então, tenho vivido só da música, o que ainda é muito pouco, fabricação de bags para instrumentos. Nesse momento, não sei como farei com esta questão de saúde.

Mesmo tudo isso acontecendo, você se arrepende de algo que tenha feito ou não feito?

Nunca fiz nenhum mal para ninguém. Eu comecei a trabalhar ainda muito jovem, só fui vivendo a minha vida da melhor forma que pude. Eu amo a música e não me arrependo das coisas que fiz, eu sou feliz por sempre ter feito bons amigos em SP, MT ou por onde passei. Tudo que eu vivi foi sempre pensando na verdade que há nisso.

Gilberto Leite

Vini Batera

Vini Batera trabalhou por 20 anos na Polícia Civil e batalha na Justiça para conseguir se aposentar. Vive drama devido doença que pode encerrar sua carreira

Postar um novo comentário

Comentários (4)

  • Igor Carvalho | Sábado, 24 de Março de 2018, 03h37
    0
    0

    Mestre Vini!! Figura de uma generosidade sem tamanho, fico muito feliz por ter te encontrado no caminho e te desejo tudo de melhor sempre!! Parabéns rdnews por compartilhar com a gente a historia de uma das pessoas mais importantes na cultura mato-grossense!! Te amo véio!

  • Marlene N. de Mendonça | Sábado, 24 de Março de 2018, 00h56
    2
    0

    Sensacional. Parabéns pela reportagem.

  • Igor Carvalho | Quinta-Feira, 22 de Março de 2018, 20h35
    4
    0

    Mestre Vini!! Figura de uma generosidade sem tamanho, fico muito feliz por ter te encontrado no caminho e te desejo tudo de melhor sempre!! Parabéns rdnews por compartilhar com a gente a historia de uma das pessoas mais importantes na cultura mato-grossense!! Te amo véio!

  • Alexandre xandao | Quinta-Feira, 22 de Março de 2018, 16h10
    6
    0

    Grande história, homem de garra, Vini, te admiro muito cara, e sempre superando enormes barreiras, te agradeço por cada conselho dado puxões de orelha; me ensinou muito, forte abraço amigo!

Entrando na briga à AMM muito tarde

maurao curtinha 400   Mauro Rosa, o Maurão (foto), que está encerrando o segundo mandato como prefeito de Água Boa, é o único candidato no duelo com Neurilan Fraga, que busca mais um mandato no comando da AMM, entidade que representa as prefeituras mato-grossenses. O problema é que Maurão entrou...

Com Paccola, Câmara terá polêmicas

paccola 400 curtinha   O vereador eleito pela Capital, tenente-coronel PM Marcos Eduardo Ticianel Paccola (foto), do Cidadania, promete levar muitas polêmicas para os embates que pretende travar no Legislativo. Ele é daqueles sem papas na língua. Defende, por exemplo, que a população tenha direito de se armar. Em...

Esposa de deputado na 2ª suplência

maria avalone 400   Não foi só o deputado estadual Wilson Santos que frustrou-se na tentativa de eleger membro da família à cadeira de vereador. O também parlamentar Carlos Avalone, presidente regional do PSDB, apostou todas as fichas na esposa Maria Avalone. Mas ela só chegou à...

Neurilan e apoio de Botelho à AMM

eduardo botelho 400 curtinha   Em busca de apoio de lideranças políticas para permanecer no comando da AMM por mais três anos, Neurilan Fraga foi pedir socorro para o presidente da Assembleia, deputado Eduardo Botelho (foto). Quer que o parlamentar seja o presidente de honra de sua chapa. Neurilan tem se articulado como pode e,...

Candidato irritado chama EP de traste

abilio junior 400 curtinha   Abílio Júnior (foto), candidato do Podemos ao Palácio Alencastro, tem se mostrado mais irritado depois do debate promovido pela Fecomércio, na quarta à noite, quando, em vários momentos, se viu questionado e desqualificado pelo prefeito e candidato à...

Prefeito reeleito sob investigações

ze do patio 400 curtinha   A situação jurídica do prefeito populista e desgastado Zé do Pátio (foto), que acaba de ser reeleito para o terceiro mandato em Rondonópolis, sendo o segundo consecutivo, não é das melhores. Contra sua gestão tem pipocado denúncias sobre...