O governador Mauro Mendes (União Brasil) classificou esse 19 de dezembro de 2026, data da inauguração do Hospital Central de Mato Grosso, como “dia histórico”. Segundo ele, o Governo de Mato Grosso entrega a unidade de saúde à população após 34 anos paralisada.
“Para mim, tenho certeza, para todos nós, mato-grossenses, hoje é um dia muito importante na história do nosso estado. Sabemos que essa obra aqui ficou parada durante 34 anos. Era um desrespeito ao dinheiro público, era um desrespeito às leis desse país, era um desrespeito àquilo que está escrito em diversos lugares das nossas normativas jurídicas, seja na Constituição, seja na legislação federal, disse o governador em entrevista coletiva.
Rodinei Crescêncio
Governador Mauro Mendes, primeira-dama Virginia Mendes e secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo
Mauro Mendes declarou que a obra paralisada representava tudo que deveria ser abominado na administração pública. Além disso, lamentou que ainda existem histórias semelhantes em todo Brasil
“Durante anos, esse prédio aqui representava tudo aquilo que não deveria existir na administração pública de um país. Tudo aquilo que deveria ser abominado desde a sua origem, quando os problemas aconteceram e durante todos esses anos que esse problema se arrastou. Mas não cabe a mim perder muito tempo nesse momento, mas cabe fazer um registro histórico, porque lamentavelmente ainda nesse Brasil, nós temos muitas histórias semelhantes a essa”, completou.
O governador ainda lembrou que o novo Hospital Júlio Müller estava parado há 10 anos e foi retomado pelo Governo de Mato Grosso e está em fase de conclusão. Para Mauro Mendes, as medidas são resultado da recuperação das finanças do Estado.
“Graças a Deus, graças ao esforço que todos nós fizemos para primeiro recuperar as finanças do Estado, porque para que essa obra hoje aqui pudesse se tornar uma realidade na qualidade que nós estamos entregando, o passo primeiro e fundamental foi construir o equilíbrio fiscal e criar a capacidade para o Estado de Mato Grosso ter condições de fazer investimentos”, pontuou, lembrando que seis grandes hospitais estaduais sendo construídos em cidades-polos.
Tivemos grandes avanços na educação. Na infraestrutura, o maior pacote de obras da história do Estado de Mato Grosso aconteceu nesses últimos anos. Se olharmos todas as áreas, nós veremos coisas importantes e extraordinárias que aconteceram em Mato Grosso nesses últimos anos”, concluiu.
Rodinei Crescêncio
Sidney Klajner, presidente do Albert Einsten, junto com governador Mauro Mendes, na inauguração do Hospital Central de Mato Grosso
Albert Einstein
A administração do hospital será feita pelo Hospital Israelita Albert Einstein, considerado um dos principais do país. O Governo do Estado pagará R$ 34,9 milhões para a gestão da unidade de saúde.
Caberá ao Albert Einstein gerir desde a contratação de pessoal e serviços até a realização dos procedimentos. Ao todo, serão 1,7 mil servidores contratados, sendo 350 médicos.
A operação inicia em 30 dias e será feita em quatro etapas. A expectativa é que esteja em pleno funcionamento no mês de abril do ano que vem.
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Manoel 19/12/2025
De fato é bom e muito necessário esse hospital, mas algumas perguntas sem respostas ficam, veja: 1. A demora na entrega prejudicou quantas pessoas? 2. E O sufocamento da saúde de Cuiabá nestes anos que passaram? 3. Milhões de dinheiro público investido e entregue ao setor privado, é isso mesmo? Me parece que temos um MPMT e TCE rendidos, acordados. Talvez precisavam esses detentores do controle voltar para o banco das salas de aula e entender melhor as funções que assumiram.
Ze da juquira 19/12/2025
Nossa agora ate ano que vem vai lança obra pra todo lado ,so para ganha voto dos fascistinhas
2 comentários