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MODAL PARADO

Sinfra não abre mão de VLT e solução deve sair em breve, diz secretário; descarta BRT

Andhressa Barboza

Após oito anos de espera, uma definição sobre a obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Capital pode sair em breve. É o que garantiu o secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, em entrevista ao RDTV nesta quarta (8). Conta que desde que assumiu a pasta, em 2018, colocou uma equipe para estudar o caso e pretende apresentar uma solução ao governador Mauro Mendes (DEM).

“É uma questão que precisa de muito estudo, temos uma equipe trabalhando direto e já contratamos consultoria. Estamos na análise contratual para, quando ocorrer a definição, não colocarmos novamente a credibilidade do governo jogada fora, principalmente no caso do VLT”.

“Estamos na análise contratual para, quando ocorrer a definição, não colocarmos novamente a credibilidade do governo jogada fora, principalmente no caso do VLT”

Marcelo de Oliveira

Já foram gastos mais de R$ 180 milhões com o modal desde 2013 e o Estado tem o custo anual de quase R$ 30 milhões para pagar o empréstimo de R$ 1 bilhão à Caixa Econômica Federal e ao Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES). Menos de 20% da dívida foi quitada.

Mas, a situação estaria próxima de ser resolvida, segundo o secretário, que descartou a possibilidade de adotar outros modais de transporte como alternativa, como o corredor exclusivo para ônibus. “Estamos trabalhando a viabilidade do VLT e muito em breve teremos uma solução”, disse.

Obras da Secopa

Quanto às outras obras herdadas da extinta Secretaria Extraordinária da Copa de 2014 (Secopa), o secretário informou que já foram entregues. A Avenida Arquimedes Pereira Lima, que teve problemas no contrato, estaria aguardando resposta da empresa.

Segundo Marcelo Oliveira, o governador já autorizou a Sinfra a dar continuidade nas obras da trincheira da Avenida Dante de Oliveira e deve ter licitação em 30 dias.

Já o inacabado Centro Olímpico de Treinamento (COT) do Pari, em Várzea Grande, deve passar por processo de licitação para ser administrado e a empresa interessada terá que concluir a obra. “O Estado não quer nem retorno financeiro, a empresa que apresentar melhor proposta para a conclusão e administração ganha”.

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Dos Santos 09/07/2020

Já se passaram 550 dias ou mais de 1,5 ano e o governo MM, ainda não tem uma decisão do que fazer com o VLT, se é viável ou não. O secretário, em todas suas entrevistas, só vem enrolando e desviando assunto. Talvez, no final da gestão MM seja tomada uma decisão, pois da tempo de passa a “batata quente” para o próximo gestor, enquanto isso o estado vai pagando o vultuoso empréstimo sem a sociedade poder usufruir do bem pulico.

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Lia Ribeiro 08/07/2020

Apenas um alerta ao Secretário sobre concessões: Estado não tem que querer nada! O estado tem que realizar um estudo técnico e verificar a viabilidade do negócio, a atratividade para o empresário e os benefícios sociais, lembrando que a empresa que administrará não pode usufruir do bem público sem um retorno ao interesse público, muito menos explorar de forma a usurpar o cidadão!

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Giovanni 08/07/2020

Mais gastos, contratam uma empresa de consultoria, direcionam funcionários para dedicaram a isso, para tentarem implementar um projeto que todos sabemos que é inviável devido ao baixo fluxo de pessoas que irão usar, limitações de linhas e tempo de espera. O ideal é implementar linhas exclusivas de ônibus e repaginar logo a cidade que está horrorosa! Venda os vagões, pague a dívida e coloque um ponto final nessa novela de 8 anos.

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3 comentários

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