O MDB de Mato Grosso realizou uma consulta junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) sobre qual o rito ideal de saída de líderes de entidades municipalistas para a disputa de cargos eletivos neste ano, sem citar o nome do presidente da Associação Matogrossense dos Municípios (AMM) Léo Bortolin, que vai se desligar da entidade em processo descompatibilização.
O processo estava na pauta desta segunda-feira (23), mas recebeu pedido de vista do juiz jean Garcia de Freita Bezerra, enquanto a relatoria está sob condução do juiz Luiz Otávio Pereira Marques. A expectativa é de que retorne à pauta na quinta-feira (26).
A dúvida do partido é se associação de representação municipal, custeada exclusivamente por contribuições voluntárias dos entes associados e sem qualquer vínculo com a administração pública indireta ou delegação de função estatal, encontra-se sujeita à exigência e risco de inelegibilidade. Hoje a AMM possui os 142 municípios de Mato Grosso filiados à entidade, com orçamento de R$ 21 milhões.
Léo tomou a decisão de ir a deputado estadual e vai se ausentar do comando da AMM. A dúvida é se seria necessário uma ausência temporária ou renúncia do cargo. A cadeira de presidente passará a ser ocupada pelo 1º vice-presidente, o ex-prefeito de Colíder, Hemerson Máximo, o Maninho (União Brasil), a partir de abril.
Na semana passada, conforme publicado pelo
, Léo expôs forte confiança em uma vitória nas eleições, mas caso não consiga uma cadeira na Assembleia Legislativa (ALMT), também não deve disputar a reeleição na AMM.
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Malandro é o Gato que nasce de bigode 24/03/2026
Claro que é renuncia. De qualquer entidade, digasse de passagem. OBRIGATORIAMENTE, desincompatibilização obrigatoria. XAU bebê, deixa outro assumir, rsrsrsrsrsrsrsrsrsr A NÃO SER, QUE ELE TENHA OS PARANAUÊS QUE O BOBOTELHOU TEM, ai a conversa é outra, porém abre brexa para geral também!!! Cara quer ser candidato e continuar mamando? Como assim? Larga a teta, filho!
1 comentários