Atento às movimentações nos bastidores de seu grupo político, o senador Jayme Campos (União Brasil) afirmou nesta semana que nada o impede de encarar tanto uma disputa ao Governo de Mato Grosso quanto uma reeleição ao Senado em 2026, se por acaso perceber que pode ser tratado como "moeda de troca". Segundo o senador, o seu destino só será selado conforme a "apuração de momento".
O atual governador, Mauro Mendes (União Brasil), dá indícios de que pode pleitear uma das duas vagas ao Senado e "atrapalhar" Jayme, já que ambos são do mesmo partido e só poderia ter um nome lançado ao pleito. Desta forma, para Mauro - que não pode ir à reeleição - optar pelo Senado, Jayme teria que "ceder" o espaço e disputar o Governo.
"[Vamos decidir] lá na frente. Eu vou dizer uma coisa, eu não aceito ser tratado como troco. Você conhece troco, como moeda. Não aceito. Caso contrário, tenho disposição para disputar tanto Governo como Senado, o momento que vai dizer", disparou.
Acontece que, em seu atual grupo, já se articulam para a disputa ao Executivo o senador Wellington Fagundes (PL) e o atual vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos). O nome do vice, aliás, já tem a "preferência" do próprio Mauro, que diz defender a "alternância de poder". Na oposição, também cogitado ao Governo, o principal nome é do atual ministro da Agricultura e também senador licenciado Carlos Fávaro (PSD). Nenhum deles, no entanto, assusta Jayme.
"Sem falsa modéstia, eu tenho capacidade de ser governador e senador ou nada, como lá em 2014. Eu era candidato [ao Senado], passei nas convenções, material pronto, campanha pronta e eu entendi que não era [o momento]. Meu coração, meu espírito e minha cabeça não queria, fui lá e desisti. Não vivo de política, essa é a vantagem de Jayme Campos. Tem uns que são políticos profissionais. Eu vivo dos meus negócios. Faço política porque gosto", argumentou.
Jayme tratou de pontuar ainda que o debate está antecipado - restando mais de dois anos para o pleito -, porém lideranças entendem que o processo já começou. "Vou aguardar, tudo tem seu tempo. Acho que estamos tomando alguns encaminhamentos de maneira açodada e precipitada. A política é como nuvem, na mesma hora que está aqui, no outro segundo está em outro lugar", ponderou.
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Marildes 19/05/2024
Vai levar uma surra que dá dó.
Rico 18/05/2024
Esse arrogante é boi de cu branco
Reinaldo Gomes 18/05/2024
Se depender dos Prefeitos dos Municipais e Vereadores do Interior do Estado, 80% vai apoiar o Jaime Campos, para ser Governador ou continuar Senador por Mato Grosso, pois ele é o unico que dá atenção, respeito e recursos para os Municipios de MT e não indica empreiteiros, e muito menos pede retorno. Queremos o retorno de politicos sérios no comando de MT.
neves 18/05/2024
Marlene, não ganha? tá na política a décadas, elegendo ate´a esposa. VG em peso tá com ele, infelizmente
pedro 18/05/2024
votou a fazer do dpvat, agora comadre sera que é a favor do voto de jaime? quer candidatar, mas modificar as leis penais nada hein senador.....vida boa , plano de saude vitalicio fora as regalias....só alegrias.....tanto partidos da direita, centro e esquerda, tem esse plano vitalicio quem foi parlamentar em brasilia ai ninguem esperneia, quero ver mudar essa lei...querem?
alexandre 18/05/2024
ELE votou pra aumento de impostos DPVAT, perdeu meu voto...
João bosco 18/05/2024
Cadê a Selma Arruda será que ela já estara elegível?Se até caso sim este Jaime não e páreo para ela na anterior ela deu uma lavada nele..
Kleber 18/05/2024
Quero ver ele encarar MAURO Mendes e WELLINGTON.
Marlene 17/05/2024
Não ganha nem pra presidente de bairro, vai sentir o que deslealdade
9 comentários