O governador Mauro Mendes (União Brasil) defende a necessidade de reciprocidade de apoio com os aliados que fizeram parte de sua trajetória na vida política, desde sua eleição como prefeito de Cuiabá e até chegar ao posto de chefe do Executivo estadual, pelo segundo mandato consecutivo. Neste cenário, tem sinalizado apoio ao projeto de seu vice, Otaviano Pivetta (Republicanos), ao Palácio Paiaguás, em 2026.
Neste possível cenário, por ser presidente estadual do União Brasil, Mauro foi questionado se estaria disposto a entregar a sucessão para um partido aliado e não "fazer" um sucessor dentro do próprio partido. O chefe do Paiaguás argumenta que estar em um partido não significa que você só possa votar ou apoiar quem esta no seu partido.
"Isso nunca fez parte da história política do nosso país, nós temos direito e liberdade, estando em um partido, de apoiar e coligar pessoas", disse ele. E, depois completa: "Eu como candidato a prefeito de Cuiabá em 2012, governador 2018 e 2022, recebi apoio de vários outros partidos. Então, quem recebe apoio de vários outros partidos, tem que estar disposto a apoiar pessoas boas que existam em qualquer partidos".
Perguntado se ele crava então apoio ao projeto do vice-governador, que já externou que está construíndo essa possibilidade, Mauro desconversa. "Já falei disso uma vez e tá falado, agora vamos falar disso em 2026". Acontece que, para fechar o apoio, o chefe do Paiaguás terá de convencer aliados.
O senador e ex-governador Jayme Campos (UB) também já sinalizou o desejo de pleitear o cargo de chefe do Executivo estadual, em 2026. Assim, ele não tentaria um novo mandato de senador no pleito em que Mauro deve buscar a vaga no Congresso. Outro aliado que, nos bastidores, não descarta encarar a disputa é o também senador Wellington Fagundes (PL), que ajudou Mauro na reeleição, formando a dobrinha com "chancela" do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL).
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marcos 29/04/2024
mauro mendes encontrou com seu amigo pessoal blairo maggi, em sua casa, reuniaozinha, um ex governador que acabou com a reforma tributaria que o finado dante de oliveira fez, blairo colocou o estado no aveço, inchou a maquina publica.
1 comentários