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Intervenções

3 anos após Governo adotar OSS, só 3 dos 7 hospitais ainda usam modelo

Gabriele Schimanoski

Mário Okamura/Rdnews

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Estado já determinou quatro intervenções em hospitais administrados por Organizações Sociais

Após intervenção administrativa no Hospital Regional de Sinop, decretada pelo Governo nesta semana, sobe para quatro o número de unidades de saúde que passaram por intervenções depois de denúncias de supostas irregularidades, bem como má administração dos gestores.

Além de Sinop, os Hospitais Regionais de Colíder e Alta Floresta “Albert Sabin”, que estavam sob gestão do Instituto Pernambucano de Assistência e Saúde (IPAS), estão sendo administrados por interventores. Já em Várzea Grande, o Hospital Metropolitano teve o contrato com o IPAS rescindido e a administração voltou para o Governo do Estado, após irregularidades na aplicação de mais de R$ 2,7 milhões em recursos.

A Organização Social de Saúde (OSS) também teve problemas com a Central Estadual de Abastecimento de Insumos de Saúde – popular Farmácia de Alto Custo (Ceadis). A OSS não comprovou despesas de mais de R$ 50 mil, além disso, perdeu grande quantidade de remédios. Por não serem entregues no prazo acabaram vencendo.

De acordo com o diretor geral do escritório regional de Saúde de Sinop, Manoelito Rodrigues, designado como interventor da unidade, todas as medidas necessárias para a reestruturação serão tomadas. “Começamos os trabalhos agora, então, é impossível saber qual é o cenário que vamos encontrar. Porém, tudo está sendo analisado para que tenhamos um diagnóstico o mais rápido possível”, afirma.

Ainda segundo Manoelito, a unidade funciona como pronto atendimento e recebe repasses do Estado na ordem de pouco mais de R$ 2 milhões. “A população pode ficar tranquila, pois vamos tentar manter o atendimento normalizado, para que ninguém saia prejudicado”, ressalta.

As instituições que continuam sob gestão das OSS, segundo a secretaria estadual de Saúde (SES), são o Hospital Regional de Cáceres, que conta com um Centro Regional de Oncologia, o Hospital Regional de Rondonópolis, que está sendo ampliado e deverá ter em breve mais 30 leitos de UTI, sendo dez infantis, e o Hospital Regional de Sorriso. De acordo com a SES, os atendimentos estão a contento.

As OSS, constantemente criticadas por parlamentares mato-grossenses, sindicatos e entidades ligadas à saúde, foram implantadas em Mato Grosso em 2011 na gestão do então secretário de Saúde, o ex-deputado federal, Pedro Henry, condenado no julgamento do mensalão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

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Álbum de fotos

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Hospital Regional de Alta Floresta

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Hospital Regional de Cáceres

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Hospital Regional de Colíder

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Hospital Metropolitano de Várzea Grande

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Hospital Regional de Rondonópolis

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Hospital Regional de Sinop

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Hospital Regional de Sorriso

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EDINALDO LEMOS 09/11/2014

VEJAM O QUE OS SERVIDORES DISSERAM SOBRE A IMPLANTAÇÃOD AS OSS HÁ 3 ANOS TRÁS! http://rdnews.com.br/variedades/manifestacao-reune-mais-de-500-contra-secretario-henry-na-al/26589

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Olho vivo 09/11/2014

Não concordo com alguns comentários pois algumas dessas instituições são serias e estão trabalhando com responsabilidade pois a população não aquenta mais o descaso de alguns servidores de carreira vindo para o plantão e iam dormir isso quando não batiam o ponto e iam embora pra casa

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Servidor da SES/MT 08/11/2014

Só bobó cheira-cheira que acreditou nessa falacia feita por Sival e Pedro Henry, comeram milhões de reais com essas famigeradas Organizações Sociais de Saúde - OSS que não tem nada de filantrópica, pois, o que conseguíram arrecadar de dinheiro é de espantar. Aí no final do governo vem esse Sival e o Lafeta "fazendo intervenção" e passam para os servidores públicos efetivos da Secretaria de Estado de Saúde de MT para administrarem os hospitais sucateados e dilapidados até o último cabelo do cesso e ainda tem servidor que se apresentar para chefiar essa massa falida no final desse desgoverno apenas para abocanhar uma Comissão (DAS), mas a hora que o Tribunal do Faz de Contas - TCE julgar irregular todas as administrações desses hospitais e mandar que todos devolvam (se mandar) o dinheiro levado aí eu quero ver os servidores que estão sendo nomeados no final desse desgoverno chorarem nos corredores da SES/MT.

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theodomiro bastos de melo 08/11/2014

foi o maior erro que a saude de mato grosso cometeu, visando somente interesse proprio, entregou a saude para uma desorganizacao pernambucaca de saude sendo que mato grosso era referencia pelo por aqui estadual e interestadual de exelencia e agora como fica o pior governador que tivemos esta saindo vamos ver se o atual corrige isso voltando a administrar a saude...

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4 comentários

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