Rodinei Crescêncio
Mauro Mendes em coletiva na AL, quando detalhou o pacote de mesagens enviado aos deputados; ao fundo, chefe da Casa Civil Mauro Carvalho
No pacote de medidas apresentado pelo governador Mauro Mendes (DEM), na manhã de ontem (10) à Assembleia, consta mensagem que prevê a redução do número de secretarias, como já anunciado pelo Governo, baixando de 24 para 15 o número de pastas. A expectativa é criar um programa de demissão voluntária para as empresas que serão extintas.
Também na proposta de reforma administrativa, Mauro pretende estabelecer um prazo para extinguir ou dar outras finalidades a seis empresas públicas, entre as quais a Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat), Companhia Mato-grossense de Gás (MT Gás), Desenvolve MT, Central de Abastecimento do Estado de Mato Grosso (Ceasa), Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI) e Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).
A Agência de Desenvolvimento Metropolitano da Região do Vale do Rio Cuiabá (AGEM/VRC), autarquia criada em 2009, também será extinta e suas atribuições incorporadas a autarquia MT Participações e Projetos S.A, o MT-PAR. O mesmo deverá acontecer com os serviços prestados pelas empresas que serão extintas, e que deverão ser incorporados a pastas já existentes.
Mauro justifica que se não forem tomadas essas medidas o Estado entrará em colapso, razão pela qual defende estabelecer critérios para o pagamento da RGA e a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual (LRFE), além de aumento na alíquota do Fethab e outras medidas emergenciais para administração pública.
O governo ainda não apresentou um estudo de quanto conseguirá economizar com o pacote de medidas apresentado à Assembleia, mas garante que são atitudes necessárias para tentar reencontrar o equilíbrio financeiro do Estado e evitar que o Estado entre em colapso.
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Raul 11/01/2019
Ele simplesmente vai piorar ainda mais a situação do governo, desde qdo extinguir gera economia, isso funcionou na BIMETAL? E olha que ele não pagava impostos Hem
SEBASTIAO CANUTO 11/01/2019
Calma Maurinho!!! Conheça o Estado primeiro.... vc disse que não sabia como estava o Estado. Agora diz que ja conhece o suficiente para poder querer extinguir empresas púbicas. A coisa e mais embaixo... Quem vai assumir as funcções sociais dessas empresas? Quem vai apoiar o pequeno produtor que produz o alface e a cebolinha, cenoura, batata, beterraba, que temos que importar fora do Estado? Quem vaia assumir os sistemas públicos de TI que fazem as engrenagens do Estado rodar, que hoje esta a cargo da empresa MTI? E os dados sigilosos? Enfim precisa-se estudar tudo isso antes de simplesmente extinguir....Quando os governadores Jayme, Dante fizeram reformas estruturais no Estado, fizeram em seu segundo ano de governo, quando conheciam as potencialidades e fraquezas de cada órgão. Ainda é muito cedo para se pensar em simplesmente extinguir.... Veja essa questão da locação de veiculos, quando da proposta inicial falaram que traria economicidade ao Esatdo, ante a frota propria, hoje, estamos nas mãos das empresas de locação de veiculos, saude, segurança e todos os órgãos que precisam de veiculos...
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