A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa afastou o procurador Luiz Eduardo Figueiredo Rocha, suspeito de matar um morador em situação de rua na última quarta-feira (9), em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (11). Com isso, a Mesa Diretora também instaurou um processo administrativo disciplinar contra o servidor.
O afastamento de Luiz Eduardo é preventivo e possui prazo de 60 dias. Isso se faz necessário em razão da abertura de processo administrativo disciplinar, para que o investigado não atrapalhe a apuração dos fatos apontados no processo. O afastamento pode ser prorrogado por igual período.
Caberá à Corregedoria-geral da ALMT proceder à investigação e comunicar à Mesa Direta a respeito do andamento e da necessidade de manter o servidor afastado. Além da ALMT, Luiz Eduardo foi suspenso pela Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Mato Grosso (OAB-MT) e será encaminhado ao Tribunal de Ética do órgão.
Em nota, a Mesa Diretora da ALMT lamentou profundamente o ocorrido manisfestou solidariedade com os familiares, amigos da vítima e toda a sociedade consternada com o fato. Além disso, assegurou o acompanhamento dos desdobramentos do caso na esfera criminal, reforçando seu compromisso com a lei e a justiça.
Investigação
Luiz Eduardo é suspeito de matar Ney Muller Alves Pereira, de 42 anos, com um tiro no rosto no bairro Boa Esperança, na noite de quarta-feira (9). Ele se apresentou à polícia nessa quinta-feira (10) e está preso preventivamente.
Segundo a Polícia Civil, o procurador estava jantando com a família em um posto de combustível quando ficou sabendo que alguns veículos tinham sido depredados na região. Em seguida, ele deixou os familiares em casa e foi até a polícia registrar o fato, mas encontrou a vítima no caminho efetuou o disparo.
O delegado da Polícia Civil, Edson Pick, afirmou que o suspeito não conhecia a vítima, mas apenas as características repassadas no posto de combustível. “Falaram [para ele] que era uma pessoa magra, alta, com uma camiseta vermelha e de short. E aí ele viu nas duas oportunidades a mesma pessoa com as mesmas características”, disse Pick.
À polícia, Luiz afirmou que não tinha raiva e que estava tranquilo no momento do disparo, alegando que não sabia o que se passava na cabeça dele. O advogado dele, Rodrigo Pousso, ainda disse que seu cliente não tinha a intenção de matar.
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alex r 14/04/2025
Janaina fez show só para afastar??? Matar é exoneração! Nem tinha o que discutir pro povo ver que são tudo farinha do mesmo saco!
Vitória 13/04/2025
Depois ficam julgando o Carlinhos . Cadeia pra esse aí . Anistia já é Carlinhos solto
edy marcos santana de arruda 13/04/2025
Já pensou se a sociedade estivesse pregando paz, respeito ao próximo, tolerância e não conivência, dividindo a quem de direito, esse não estaria nessa sinuca de bico, cometido um crime grave aos olhos de Deus e dos homens...Embora duvide que a justiça será justa, equitativa...Cuiaverá, lontra brilhante mudou demais, nem os jovens nativo dos antigos são iguais a nós os nativos. Tem uma que diz seremos raça instinta, pois somos dominados por todos os lados... cadê aquele povo tranquilo, pacifico, respeitoso, cordial? Quem, quando, só ouvimos falar, pois não exite mais, nem o nome será o mesmo. Meu coração chora ao ver a degradação moral, institucionais, a pacividade dos nativos.
Salário baixo. 12/04/2025
Só ficam presos criminosos que ganham abaixo de 5.000 reais.Esse ganha 50.000.A lei há de lhe favorecer.
Gilvan Dantas 12/04/2025
Precisam mostrar alguma coisa pra sociedade, pra mostrar boa vontade, até o povo esquecer, depois vida que segue.
5 comentários