O presidente da Famato Rui Prado defende o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e afirma que, nesta sexta (15), lideranças do agronegócio no Estado, associações, representantes do setor empresarial e produtores rurais devem ir a Brasília para participar de mobilização contra a petista.
Rui acredita que no domingo (17) os deputados federais vão votar a favor do processo pelo afastamento da presidente. “Precisa de 342 votos e pela contabilidade que estou ouvindo os deputados fazerem, já existem estes 342 votos, até porque o PP também desembarca do governo”, diz em entrevista ao Rdnews.
O presidente ainda ressalta que, com a Dilma fora do governo, caso seja realmente afastada do cargo, o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumirá e haverá uma conversa para que haja uma retomada do crescimento do país. “A classe empresarial está envolvida no processo de impeachment. A crise econômica é oriunda de uma crise política, então a gente acredita que precisava haver um entendimento político, e o Brasil possa ter as oportunidades de fazer um ambiente para voltar a crescer”.
Neste sentido, Prado explica que o setor produtivo quer estabilidade econômica, não aguenta mais a corrupção, e entende que o Governo Dilma não tem mais condições de proporcionar esta estabilidade. “Portanto, o que nós queremos é o equilíbrio da economia, segurança jurídica, e queremos o crescimento do país”.
Viagem
O presidente da Famato diz que a caravana que vai para Brasília na sexta conta com pessoas de vários municípios do interior, como Porto dos Gaúchos e Canarana. “Muitas cidades vão mandar seus representantes para que possamos participar deste momento histórico. Um momento onde a população brasileira está dizendo que tem que tomar medidas políticas, neste caso o impedimento da presidente”, conclui.
Votação
Nessa segunda (11), a comissão especial do impeachment na Câmara Federal aprovou, por 38 votos a 27, o parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO) favorável à abertura do processo de afastamento da presidente Dilma. Já na terça (12), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), informou aos líderes partidários que a discussão do processo de impeachment da presidente vai ter início às 8h55 de sexta (15) e a votação será a partir de 14h (horário de Brasília) de domingo (17).
Após o anúncio de Cunha, alguns deputados deixaram o comando de ministérios e secretarias estaduais para reassumir os mandatos na Câmara e participar da votação do processo de impeachment. Ao menos 20 parlamentares de 7 estados voltaram ou pretendem voltar à Câmara, ainda que temporariamente, nos próximos dias. Caso todas as mudanças se confirmem, o Congresso terá substituídos cerca de 4% de seus 513 integrantes às vésperas da votação.








Mariazinha 14/04/2016
* O MORRO MANDOU AVISAR/ SE A SENZALA DESCER/NINGUÉM VAI SEGURAR*
Angelo 14/04/2016
Todos devendo financiamento (FCO), rolando securitização em cima de securitização... trocando de camionetes todo ano ... essa é a "cara" do setor produtivo de MT ... a democracia que eles gostam é a do bolso cheio ...
Tito Lampreia 14/04/2016
Muita grana no bolso!!! 20 anos sem pagar impostos criou um setor milionário e um estado pobre sem educação, saúde e segurança!! Nossas riquezas estão nas terras férteis e no clima generoso!!!
Setor improdutivo 14/04/2016
Então o setor "produtivo" querem usar as pessoas do setor "improdutivo" já que os outros setores não produzem para fazer manifesto a favor deles, porque eu tenho certeza q nenhum latifundiário desses vai querer ficar sair de suas SW4 no ar condicionado para ficar protestando o dia inteiro no sol!!!
JEFERSON MATOS 14/04/2016
Fora PT!!!!
5 comentários