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Judiciário Segunda-feira, 11 de Novembro de 2024, 18:33 - A | A

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EMPRESA DE SORRISO

Juiz manda prisão liberar padre condenado por estupro para trabalho extramuros

Nelson Koch trabalhará em uma empresa de pré-moldados da cidade com o uso de tornozeleira eletrônica

Geovanna Torquato

O juiz Rafael Depra Panichella, da 1ª Vara Criminal de Sorriso (a 397 km de Cuiabá), determinou que o Centro de Ressocialização do Município, o Ferrugem, cumpra a ordem do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que autoriza o padre Nelson Koch desempenhar trabalho extramuros. De acordo com a decisão, Koch, condenado a 48 anos pelos crimes de estupro e importunação sexual a três adolescentes, trabalhará em uma empresa de pré-moldados da cidade.

Conforme a decisão, o magistrado estabelece que o padre use tornozeleira eletrônica, seja acompanhado fisicamente ou por rondas por policiais penais e fiscalizado por funcionários da empresa, identificados pela Fundação Nova Chance. O juiz estabeleceu que, a cada três dias trabalhados, Koch terá remissão de um dia de pena.

REPRODUÇÃO

PADRE NELSON SINOP

O padre já tinha pedido para trabalhar extramuros em janeiro, mas o pedido foi negado. Em outubro, foi concedido o benefício.

Nelson foi preso no dia 17 de fevereiro de 2022, após a mãe de um adolescente de 15 anos procurar os superiores da igreja, para relatar que o filho sofria abusos sexuais. Em seguida, ela foi até a Polícia Civil, que iniciou as investigações.

Outro adolescente, de 17 anos, também ouvido pela Polícia Civil, confirmou que sofreu estupro do padre durante três anos. Em seguida, mais duas pessoas procuraram a Polícia Civil relatando que foram vítimas  de Nelson, quando eram crianças e adolescentes.

As vítimas eram ameaçadas pelo líder religioso, que afirmava ser uma pessoa de influência na comunidade.

Foi instaurado procedimento para apurar as denúncias no âmbito administrativo da Igreja, que foi concluído pela Comissão Especial de Apuração de Possíveis Crimes Sexuais Cometidos na Diocese e encaminhado ao Vaticano.

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Jacqueline 12/11/2024

A justiça desse país faz é vergonha, onde já se viu isso no nesse pais mesmo.As vítimas em sua maioria tem quer acompanhamento psicológico.Agora o criminoso tem toda uma justiça trabalhando para poupar ele de cumprir a pena.Tinha que trabalhar era pra pagar os gastos no presídio isso sim é não pra diminuir pena.Esse pais se jogar lona vira circo ,e se colocar grad3 vira hospício.

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fabito 12/11/2024

mas ele ainda é padre??? P.Q.P!!!!!

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Alex r 11/11/2024

O cara violenta uma pessoa e com 2 anos pode sair ? Pera justiça ai não... Concordo com o fato dele trabalhar mas sei la da uns anos ai ! isso é bonificar o crime! Se com 2 anos vai pra rua ... Sei que tem que ter caráter pedagógico, sei que tem que ressocializar mas 2 anos nem o trauma da vitima passou ! Que isso !

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3 comentários

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