O deputado estadual Allan Kardec (PT) aguarda o fim do recesso branco da Assembleia, previsto para 1º de fevereiro, para iniciar o debate sobre a taxação temporária de segmentos do agronegócio como alternativa para enfrentar a crise financeira que atinge o Estado. Defende ainda que os recursos entrem na fonte 100 para garantir o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos em 2017.
“Já estão falando em aumentar a contribuição previdenciária dos servidores públicos de 11% para 14%. Se querem taxar os trabalhadores, nada mais justo que o agronegócio contribua com 1% mesmo que temporariamente”, declarou Kardec em entrevista ao
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Segundo Kardec, a medida não pode ser imposta. Por isso, defende que a possível taxação seja debatida com os segmentos do agronegócio para ser implementada de comum acordo.
“A taxação será baseada em estudos de viabilidade. Defendo a contribuição dos setores mais beneficiados com a política de incentivos fiscais do Estado. Precisamos saber os segmentos que podem, de fato, contribuir para a melhora da arrecadação”, completou o petista.
O debate sobre a taxação das commodities (soja, milho, algodão, carne e madeira) foi levantada pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB), hoje secretário estadual de Cidades, ainda em 2015. O tucano iniciou estudo e chegou a visitar outros estados para conhecer modelos de tributação do agronegócio.
A proposta também foi rejeitada pelo Governo do Estado e encontrou resistência das entidades do setor como Famato e Aprosoja. Por isso, Wilson acabou não levando a discussão adiante.
Fávaro descarta a possibilidade de taxar commodities em Mato Grosso
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Carlos 21/01/2017
Somos todos iguais acho melhor vc prestar um concurso público se vc quer direitos iguais para isso somos submetidos a prova difíceis com muita concorrência é avaliações ano após ano, coisa que na iniciativa privada não existe ok
Davi 21/01/2017
O comércio sonega e o agronegócio possui DESONERAÇÃO FISCAL instituída em lei, sobra para os trabalhadores, que tem seus descontos em folha o encargo de carregar o estado nas costas. Por isso estão querendo a todo custo alterar a previdência e aumentar o imposto de renda. Uma vergonha!!!
Scapine 21/01/2017
É tão certo que a maioria da população está com este governador que ele perdeu em Cuiabá, Rondonópolis e Sinop. Tem feito uma má gestão, não tem articulação política em Brasília (os investimentos que aqui chegaram foram através de Wellington Fagundes e Maggi), denúncias de corrupção da ordem de 56 milhões na SEDUC e contratação excessiva de comissiinados e servidores através de concurso público, inchando a folha. Depois põe a culpa da crise no funcionalismo público, mas o erro é de gestão.
Neto 21/01/2017
A taxação deveria ser sobre o produto que sai do estado "in natura", como ocorre no estado de Goiás, com isso as indústrias são incentivadas a se instalar aqui para buscar o menor valor. Ao mesmo tempo incentiva que uma maior parte da produção seja comercializada aqui, beneficiando a população. Entretanto, não é justo que todos paguem impostos e que o agronegócio tenha PRIVILÉGIO FISCAL.
Willian 21/01/2017
O pior, que vai levar um monte de gente na lábia, com essa demagogia. Oportunista entrou na fila dez vezes kkkk. Para quem está dizendo que ele fez muito como vereador, pergunto: Por que será que não foi reeleito, então? Devem ser povo do gabinete dele... kkk
SOMOS TODOS IGUAL 20/01/2017
vomos tratar todo mundo igual, tanto servidor publico quantos nos da iniciativa privada ai eu concordo com RGA. licença premia, fundo de garantia por tempo de serviço, aposentadoria pelo INSS, licença maternidade de seis meses, cumprir meta no final do mês, desligamento do serviço publico igual do regime CLT.
Isa 20/01/2017
Taxa taxa taxa o agro! Eu pago impostos! Vcs empresários da elite da botina não são melhores do que eu!
Darci 20/01/2017
O comércio sonega e o agronegócio possui DESONERAÇÃO FISCAL instituída em lei, sobra para os trabalhadores, que tem seus descontos em folha o encargo de carregar o estado nas costas. Por isso estão querendo a todo custo alterar a previdência e aumentar o imposto de renda. Uma vergonha!!!
Neto 20/01/2017
A Sra Neiva está parcialmente correta, a taxação deveria ser sobre o produto que sai do estado "in natura", como ocorre no estado de Goiás, com isso as indústrias são incentivadas a se instalar aqui para buscar o menor valor. Ao mesmo tempo incentiva que os uma maior parte da produção seja comercializada aqui, beneficiando a população. Entretanto, não é justo que todos paguem impostos e que o agronegócio tenha PRIVILÉGIO FISCAL.
Neiva 20/01/2017
Aí o pobre também vai pagar o aumento. Os agricultores vão repassar o aumento para os alimentos.....Grande jogada. Petista são realmente inteligentes.
elmar 20/01/2017
Quero aqui parabenizar o deputado estadual prof: Allan Kardec pela grande conquista que é a sua cadeira de Dputado Estadual. E que ele venha a dar continuidade a essas brilhante jornada.que sempre se preocupou com a saúde,a educação,a agricultur e esporte e lazer para todos. ja fez muito como vereador e tenho certeza que fara muito mais como deputodo estadual...parabéns acreditamos no seu trabalho...
Julia 20/01/2017
Sou empresário e sou obrigado a pagar o salário com o aumento previsto pelo governo e porque o governo não paga o funcionalismo com a perda inflacionária? Quer dizer que o empresário pode e o governo não? O governo não deveria dar o exemplo?
Davi 20/01/2017
Enquanto a fiscalização não aumentar de pouco adianta aumentar a tributação, basta ir a qualquer a qualquer comércio, mercado em Mato Grosso e verificar os obstáculos para ter acesso a notas fiscais, que deveriam ser obrigatórias, em um dos maiores mercados de Cáceres, por exemplo (não vou publicar o nome para não ser vetado o meu comentário) para ter a nota fiscal o cliente precisa fazer um cadastro que demora cerca de uma hora, quando bastaria mostrar os documentos por exemplo com o número do CPF do comprador. Se aumentar os impostos aqueles que pagam serão sacrificados, enquanto que pra maioria que sonega tudo continuará igual. Se todos pagassem, todos pagariam menos. Por outro giro, se no comércio persiste a sonegação, para o agronegócio há uma DESONERAÇÃO FISCAL que afeta princípios constitucionais, como o da isonomia, bem como princípios da Administração Pública, como a moralidade. Como o Estado não consegue se equipar para fiscalizar eficientemente a sonegação e os acordos de campanha impedem a tributação ao agronegócio a saída mais fácil é aumentar ainda mais a tributação sobre os assalariados do serviço público ou do setor privado, já que o desconto vem em folha. De modo que o deputado está coberto de razão, pois se um assalariado ou servidor público tem que pagar aproximadamente 27,5% de imposto de renda porque um agricultor que tem um rendimento de mais de um milhão ano não tem que contribuir com NADA.
alexandre 20/01/2017
O mágico não vai gostar de pagar mais imposto, vai ficar mais caro par chines comer...
JEFERSON MATOS 20/01/2017
Isso aí deputado, independente do partido que vc pertença, se lutar por nós tem meu apoio.
Moreira 20/01/2017
Concordo que o agro pode contribuir com impostos, porém, a especialidade de caras como Alan Kardec, é justamente matar o empresariado com impostos, sempre dando preferência ao inchaço da maquina estatal. Vamos lembrar que a grave crise economica se deve em função da corrupção dos políticos e da falta de gestão em todos os aspectos, por parte dos governos, que nos levou ao caos economico. Caras como Alan Kardec devem ser banidos da política. Oportunismo e falta de comprometimento com os cidadãos pagadores de impostos do País é com essa turma mesmo.
por justiça 20/01/2017
ou outros so pessam neles
Chega de Mimimi 20/01/2017
Mais um populista sem conhecimento de causa!
Maria 20/01/2017
SENHOR DEPUTADOS ALLAN KARDEC, MATO-GROSSO É UM ESTADO PUJANTE TEM DE REALIZAR AS MUDANÇAS NECESSÁRIAS PARA RESOLVER O FLUXO DE CAIXA, MAIS NÃO VENHA PREJUDICAR OS SERVIDORES COM CONGELAMENTOS DE SALÁRIOS POR CAUSA DO ROMBO DOS POLÍTICOS CORRUPTOS E AINDA MAIS AS LEIS DE CARREIRAS E A RGA NÃO TEM NADA A VER COM ATUAL CRISE NAS CONTAS DO ESTADO E SIM OS ESCÂNDALOS COMO DOS MAQUINÁRIOS DA COPA DO MUNDO E A MAIS RECENTE A DA SEDUC E TANTOS OUTROS ESCÂNDALOS.
Ademir 20/01/2017
Mais um falastrão que pensa em funcionário público (RGA) e nem sociedade ou outras classes quer ver, mas quer como petista, formar curral eleitoral para se manter no cargo, porque inteligência para Leis que asseguram toda uma sociedade não tem!!
Andre 20/01/2017
A riqueza do agronegócio não atinge nossa baixada cuiabana. As estradas destruídas pelas atividades do transporte de grãos , quando nem completamente restauradas, oneram a todos com cobrança de pedágios. O cidadão comum, os servidores públicos, as pequenas e médias empresas, se atrasam pagamentos e impostos , pagam juros exorbitantes. Já o referido setor e algumas grandes empresas se beneficiam de incentivos fiscais a muito tempo. Falta também um olhar de incentivo aos pequenos produtores do nosso cinturão verde, que não produz nem 30% dos hortifruti consumidos na região. #taxaja
Marta de Carstro 20/01/2017
Parabenizo o Deputado Allan Kardec pela coragem, Garra e determinação. Esse representa legitimamente o povo.
22 comentários