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Exposição conta a história de vitórias do Operário e a paixão dos varzea-grandenses pelo futebol
O Clube Esportivo Operário Varzea-grandense (C.E.O.V) foi fundado em 1º de maio de 1949, por um grupo de desportistas. O primeiro presidente, Rubens dos Santos, era um amante nato do futebol.
O Clube foi um dos mais importantes do Estado e chegou a nove títulos estaduais. Para comemorar os 67 anos do Operário e os 149 anos de fundação de Várzea Grande, a prefeitura, realiza, a partir de segunda (9), a exposição “Tricolor – Passado, Presente e Glórias”.
A mostra histórica da trajetória futebolística do time será apresentada na Casa de Artes, localizada na Avenida Couto Magalhães, no Centro.
De acordo com o coordenador da exposição, o historiador Saturnino José da Costa, a exposição do Operário tem a finalidade de exaltar, valorizar e alavancar o futebol de Várzea Grande, além de apresentar aos cidadãos e as futuras gerações a diversidade de títulos e conquistas do time nos campeonatos.
Para ele, o Operário não é só um time é uma história. A sala de exposição terá elementos que relata toda à trajetória do clube, desde a data de sua fundação (1949) até os dias atuais.
“A exposição irá surpreender todos os participantes principalmente com relíquias do time. Ainda contará com a participação de ícones que na oportunidade distribuirão autógrafos aos fãs. Os fãs do Operário e da modalidade esportiva vão ficar encantados com a memória que está sendo elaborada para a exposição. Na ocasião também estarão presentes ex-presidentes e o atual presidente, Giovani Banegas”, ressalta Saturnino.
O historiador lembra ainda que em 1967, quando o futebol mato-grossense se tornava profissional, diversos craques que atuavam no futebol amador foram contratados para defender o Operário, como é o caso de Neymar da Silva Santos - pai de Neymar Junior, que foi integrante do time por anos, Pulula da Silva, Bife, Jerson Lopes, Mão de Onça, Wendel e Paulo Vitor, entre outros craques que se destacaram no futebol brasileiro.
Galeria: Parte do acervo do time várzea-grandense
História do Clube
Inicialmente liderado por Rubens dos Santos, com apoio do Bispo Dom Campello de Aragão - que doou as primeiras camisas, por ser torcedor do Fluminense do Rio Janeiro, as cores foram idênticas à do clube carioca, permanecendo até a data atual.
Um grupo de jovens de Várzea Grande, há 67 anos, fundava o Clube Esportivo Operário Varzeagrandense. Quanto ao nome, por ser a data em que se comemorava o Dia do Trabalhador, Rubens achou por bem homenagear a classe, motivo do nome Operário.
Entre as grandes conquistas, está o tri-campeonato amador em 1952/53/54, sendo pioneiro no profissionalismo, conquistando os títulos em 1967 (Campeonato Cuiabano) e 1973 (Campeonato Estadual). Inesquecível também foi a conquista da Copa Campeão dos Campeões em 1964, bem como o inédito tri-campeonato em 1985/86/87, na gestão Edvaldo Ribeiro, radialista, sendo o único presidente tri-campeão na história do clube.
A primeira partida aconteceu no dia 1º de maio à tarde no Círculo Operário (hoje funciona o Clube de Eventos da Igreja Nossa Senhora do Carmo) contra o tradicional rival na época, Palmeiras do Porto, que foi derrotado pelo tricolor por 1 X 0, na etapa final.
O time que, pela primeira vez, entrou em campo na história do clube era formado por Jorge Mussa, Benedito “Sapateiro”, Caetano, Assis e Alito (Gonçalo Gongon); Ciro, Lindolfo e Rubens dos Santos; Zé Simeão (Chafía), Nono “Sapateiro” e Boalva. O treinador era Rubens de Morais.
As conquistas do time significavam grandes vitórias contra os times Cuiabá, no conhecido “Clássico dos Milhões”, aconteceu diante do seu maior rival, Mixto, onde com duas vitórias, 1 X 0 e 3 X 1 respectivamente, ficou com o título.
O apelido “Chicote da Fronteira” adquirido a partir da conquista desse título é pela rivalidade que existia entre Várzea Grande (Fronteira) com a capital Cuiabá, onde apenas o Rio Cuiabá separa as duas mais importantes cidades de Mato Grosso. A rixa entre o Mixto e Operário se deu a partir desta História onde Várzea Grande passou a comandar o futebol na “Baixada Cuiabana”, e chicote significava as grandes vitórias que o Operário conquistava contra os times cuiabanos. (Com Assessoria)







geyse regina 08/05/2016
Ora, Satu, 1º presidente do (CEOV), foi o Sr. Luiz Vitor da Silva Filho, que foi escolhido por um grupo de desportista na época 1º-5-1949, inclusive, pelo Sr. Rubens dos Santos, que fazia parte, não tente apagar um nome na história, pesquise mais historiador principalmente nos acervos do Jornalista Zé Pulula.
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