Rodinei Crescêncio
O desembargador Gilberto Giraldelli, presidente do TRE-MT, na sessão do Pleno, em que juízes membros aprovaram data da eleição suplementar
Por unanimidade, o Pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) marcou, em sessão nesta quarta (22), a eleição suplementar ao Senado para 26 de abril. A decisão foi dada seguindo voto do presidente do TRE-MT, desembargador Gilberto Giraldelli, que era o relator do processo que trata da substituição da senadora Selma Arruda (Pode), cassada por caixa 2 e abuso de poder econômico.
Acompanharam o presidente os juízes membros: Luis Aparecido Bortolussi, Bruno D'Oliveira Marques, Jackson Coutinho, Sebastião Barbosa, Fábio Henrique Fiorenza, Armando Biancardini Candia.
Na sessão desta manhã, o Pleno também designou 25 de junho, uma quinta, como data da diplomação. Hoje, foi aprovada a minuta de resolução que dispõe sobre a escolha e o registro de candidatos, assim como o calendário. Outros temas como propaganda eleitoral e prestação de contas serão publicadas por meio de resoluções, que serão apreciadas pelos membros do TRE-MT.
A senadora teve a cassação do mandato confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em dezembro. Com a publicação do acórdão no dia 19 daquele mês, começou a contar o prazo para que o TRE-MT realize a eleição complementar para escolha de um novo senador para o cargo.
Selma, vale lembrar, teve os direitos políticos cassados por oito anos. Gilberto Possamai (PSL), primeiro suplente, também ficou inelegível pelo mesmo período. Desde dezembro os partidos se articulam na escolha de nomes para a disputa.
Uma minuta produzida pela área técnica do TRE-MT sugeriu o dia 26 de abril como a data mais adequada para a eleição suplementar. A Secretaria Judiciária do tribunal levou em conta o tempo necessário para realização de todas as etapas prévias à eleição, como convenções partidárias, registro de candidaturas, prazos para impugnação, julgamento de registros, propaganda eleitoral, entre outros.
As datas possíveis seguem o calendário determinado pelo TSE na portaria nº 821, de outubro de 2019. Lá, as datas de 12 de janeiro, 2 de fevereiro e 8 de março também constam, mas não haveria tempo hábil para mobilização do TRE-MT.
Além de 26 de abril, 10 de maio e 21 de junho também seriam possíveis. Depois desse período, o TRE-MT começa as atividades visando as eleições municipais de 2020.
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ARNALDO 23/01/2020
NA MINHA OPINIAO ACHO QUE NEN PRECISAVA DE OUTRA ELEIÇÃO .NÃO FAZER DIFERENÇA 2 OU 3 ACHO QUE TINHA QUE TER SO UM E MAIS DESPESA PARA O ESTADO .NÃO FAZ NADA MESMO
Anderson Felipe de Carvalho Silva 22/01/2020
Maria Lucia senadora #65
Leandro 22/01/2020
Qual a necessidade de se fazer outra eleição? Não seria muito mais simples, rápido e menos oneroso substituir pelo candidato que ficou em segundo lugar? Olha a quantia de tempo e recursos públicos que este caso está tomando do Estado, recursos e tempo que poderiam estar sendo usados para outros casos mais urgentes para a sociedade.
3 comentários