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Retrospectiva-2017 Segunda-feira, 01 de Janeiro de 2018, 12:05 - A | A

Segunda-feira, 01 de Janeiro de 2018, 12h:05 - A | A

Retrospectiva

Ano acaba com cenário nebuloso sobre disputa ao governo; Taques, Mauro e Joaquim ensaiam páreo

Jacques Gosch

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Ao contrário dos outros anos pré-eleitorais, 2017 acaba com cenário bastante nebuloso em relação à disputa ao governo neste ano. O próprio governador Pedro Taques (PSDB), considerado por muitos como “candidato natural” à reeleição, tem evitado falar sobre o assunto.

Outros nomes como o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Antonio Joaquim, o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (sem partido), o vice-governador Carlos Fávaro (PSD) e o senador Wellington Fagundes (PR) são especulados como possíveis candidatos a governador. No entanto, sem qualquer perspectiva de definição a curto prazo.

Taques tem afirmado que discutirá a possibilidade de disputar a reeleição somente depois da Semana Santa. Ocorre que suas movimentações políticas indicam que pretende entrar no páreo pelo segundo mandato.

No último período, se tornaram públicas as divergências entre o governador e deputado federal Nilson Leitão (PSDB). O parlamentar quer concorrer ao Senado enquanto Taques defende que a vaga na majoritária deve ser cedida a aliados, possivelmente, pensando em fortalecer o palanque da reeleição.

 

Reprodução

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 Apesar do cenário incerto, nos bastidores ensaiam disputar o governo Taques à reeleição, Mauro e Antonio Joaquim

As divergências entre Taques e Leitão chegaram ao diretório nacional do PSDB. O presidente da sigla, governador de São Paulo Geraldo Alckmin, promete interceder para apaziguar os ânimos em Mato Grosso.

Fortalecer o palanque deve ser prioridade para Taques. Eleito com apoio de 12 partidos, o tucano assistiu seu arco de alianças encolher neste ano. Pelo menos três partidos – PP, PV e PSC – se afastaram do governador enquanto outros, incluindo o PSD de Fávaro, debatem a conveniência de desembarcar do governo.

Antonio Joaquim, afastado do TCE na Operação Malebolge da Polícia Federal, encaminhou a aposentadoria para se filiar ao PTB e se dedicar nas articulações para se viabilizar como candidato a governador pela oposição. Ao invés de assinar o ato administrativo, Taques consultou o Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a legalidade, obrigando o virtual adversário a cancelar o ato de filiação partidária. 

Diante da ação de Taques, Antonio Joaquim o acusou de censurar a oposição por medo, devido ao fracasso da gestão. Agora, aguarda manifestação do STF que deve acontecer em janeiro para poder se dedicar a viabilização da candidatura.

Já Mauro Mendes, que ainda decide se ingressa no DEM, PP ou PR após a ruptura do seu grupo político com o PSB, não assume pré-candidatura nem nega a intenção de entrar na disputa pelo governo. Mesmo assim, segue sendo encorajado a concorrer por diversos setores.

O ex-prefeito costuma afirmar que não tem perfil para o Legislativo, descartando a disputa ao Senado. Ao mesmo tempo, diz que aceitaria somente concorrer a cargo no Executivo e alimenta as especulações sobre possível candidatura a governador.

Com perfil conciliador e considerado como “novo” na política mato-grossense, Fávaro é lembrado para concorrer a deputado federal ou a senador. A também cogitada candidatura a governador do social-democrata depende da desistência de Mauro, do desembarque de partidos aliados do Governo Taques e de consolidar o apoio do setor agronegócio.

Enquanto isso, Wellington Fagundes também segue sendo lembrado como uma alternativa da oposição para candidato a governador. Embora não esteja animado para a disputa, pode aceitar caso a conjuntura seja favorável e mesmo derrotado, terá outros quatro anos de mandato no Senado.

As definições devem começar a partir de março. Depois, precisam ser confirmadas nas convenções partidárias marcadas para o final de junho.

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Luiz 02/01/2018

Procurador Mauro na Verdade companheiro Diego ele tem que vir a estadual ou a Federal ele tem na baixada cuiabana 20.000 votos consolidados sem sair de casa vc veja a expressão de votos em 2014 quase 85 mil votos e em 2016 quase 75 mil votos. Alô procurador que seu espaço na política vem a estadual ou a federal...

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helio 02/01/2018

se tiver qualquer um que queira ser candidato ao governo que pode ser um gari, um pedreiro, um servente de pedreiro, carpinteiro estamos aceitando desde que queira tirar esse pedro taxis do governo.

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Maria Helena Monteiro 02/01/2018

Interessante, esse reporter Gosch, pseudo analista politico do RDNews, insiste em desconheçer o nome do ex-Governador e ex-Senador Jaime Campos, como um forte nome para disputar o Governo em 2018 na sucessão do Taques. E´bom ele ouvir mais os politicos e o povão, pois Jaime é dos nomes citados, o unico que tem café no bule $$$, voto na Grande-Cuiabá e no interior do Estado, respeitabilidade junto aos possuidores de votos (parlamentares,prefeitos e vereadores),e a simpatia pessoal do atual mandatário do estado,alem disso ficou fora de qualquer delação do explosivo SILVAl Barbosa. Portanto é bom esse SITE se reorientar melhor politicamente. Segundo fontes acreditadas juntos a Assembleia Legislativa Jaime agrega 16-18 deputados em torno do seu nome, e com isso mais de 120 prefeitos, e traz para uma sua provavel candidatura 10 partidos. E o proprio Governador Taques, o tem como seu principal aliado e plano B, numa nao eventual recandidatura. Tenho dito.

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diego 02/01/2018

se o procurador Mauro for candidato ao governo, voto e trabalho pra ele de graça, se é pra mudar tem que mudar.

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diego 02/01/2018

se o procurador Mauro for candidato ao governo, voto e trabalho pra ele de graça, se é pra mudar tem que mudar.

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Saulo 01/01/2018

Taques podemos considerar fora do páreo, povo não quer mais saber dele, pode aparecer um nome novo, limpo, e ganhar as eleições. Taques nunca mais.

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Davi 01/01/2018

Como militante do PSDB vejo que os diretórios municipais precisam ser consultados sobre os rumos do partido. Do meu ponto de vista a reeleição do Taques com esse nível de rejeição popular e política se mostra inviável. O mais adequado seria indicar o vice do Mauro Mendes, que poderia ser o prefeito de Cáceres Francis do PSDB (que atrai voto da região Oeste) e o Leitão ao senado. Até os candidatos a deputado do PSDB seriam beneficiados em termos de votação porque é evidente que a rejeição ao governador trás um grande desgaste.

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Antonieta 01/01/2018

O POVO JÁ CANSOU DESSES CANDIDATOS DE PARTIDOS TRADICIONAIS E ENVOLVIDOS EM CORRUPÇÃO. AGORA É PROCURADOR MAURO GOVERNADOR, E GANHA NO PRIMEIRO TURNO.

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8 comentários

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